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Cúpula da PF reage a Mendonça: 11 diretores entregam cargos

ResumoA crise na Polícia Federal se aprofundou com a manifestação de 11 diretores, que entregaram seus cargos em apoio a Andrei Rodrigues e Leandro Almada, afastados da cúpula. O grupo divulgou nota conjunta direcionada ao interino William Marcel Murad, sinalizando insatisfação com a gestão. A ação ocorre após decisão do ministro André Mendonça, do STF, que determinou o afastamento dos dois dirigentes.

A crise na Polícia Federal se aprofundou: 11 diretores divulgaram manifestação conjunta de apoio a Andrei Rodrigues e Leandro Almada, afastados, e colocaram cargos à disposição do interino William Marcel Murad.

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 08 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Cúpula da PF reage a Mendonça: 11 diretores entregam cargos

A crise aberta pelo afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, chegou à cúpula da corporação nesta terça-feira (8). Onze diretores divulgaram uma manifestação conjunta em apoio a Andrei e ao diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada, também afastado, e colocaram seus próprios cargos à disposição do diretor-geral interino, William Marcel Murad.

[resposta direta para snippet] Onze diretores da Polícia Federal colocaram seus cargos à disposição do diretor-geral interino, William Marcel Murad, em manifestação conjunta de apoio a Andrei Rodrigues e Leandro Almada, ambos afastados. A reação ocorreu nesta terça-feira (8) e atinge a cúpula da corporação.

O movimento é uma resposta direta à decisão que afastou os dois nomes, e coloca a cúpula da PF em posição de solidariedade explícita. Ao colocar os cargos à disposição, os diretores sinalizam que a estabilidade da instituição depende do desfecho do caso, que ainda não teve desdobramentos oficiais sobre os próximos passos.

Para quem acompanha a segurança pública, o gesto tem peso prático. A manifestação conjunta não é apenas simbólica: ela envolve a cúpula que comanda operações e setores estratégicos da PF. A reação ocorre em um momento em que a corporação enfrenta uma das maiores crises internas dos últimos anos, com a cúpula diretamente envolvida.

Ainda não há informações oficiais sobre como o diretor-geral interino, William Marcel Murad, responderá ao gesto. A medida, na prática, deixa o comando da PF em compasso de espera, enquanto a categoria e os próprios diretores aguardam um posicionamento sobre o futuro da instituição.

O caso segue em aberto, e a expectativa é de que novos desdobramentos ocorram nos próximos dias, com impacto direto na condução da Polícia Federal e na sua atuação em todo o país.

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