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Araxá e Uberlândia se unem em projeto pioneiro de minerais

ResumoAraxá e Uberlândia firmam projeto pioneiro para fortalecer a cadeia de terras raras e nióbio em Minas Gerais. St George Mining assina protocolo com Grupo Lima & Pergher, com apoio do Governo de MG. Operações devem iniciar até 2030, consolidando a região como polo estratégico de minerais críticos.

Araxá e Uberlândia se unem em projeto pioneiro para fortalecer a cadeia de terras raras e nióbio em Minas Gerais. St George Mining assina protocolo com Grupo Lima & Pergher, com apoio do Governo de MG. Operações devem começar até 2030.

Vânia Drummond
Vânia Drummond Repórter de Cultura Mineira · 01 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Araxá e Uberlândia se unem em projeto pioneiro de minerais

Araxá e Uberlândia se unem em projeto pioneiro que promete fortalecer a cadeia de valor de terras raras e nióbio em Minas Gerais. O Projeto Araxá, conduzido pela australiana St George Mining, deu um passo importante com a assinatura de um protocolo de intenções com o Grupo Lima & Pergher, com o apoio do Governo de Minas Gerais. O objetivo é viabilizar um centro avançado de processamento de minerais críticos no estado.

A iniciativa conecta dois polos estratégicos: Araxá, detentor de uma das maiores reservas de nióbio e terras raras do país, e Uberlândia, cidade que abrigará a futura unidade industrial de refino. Segundo as empresas, a meta é iniciar as operações até 2030. Para quem acompanha o setor mineral mineiro, o movimento sinaliza um reforço na posição do estado como referência em minerais estratégicos.

A parceria entre a mineradora australiana e o grupo empresarial, com aval do governo estadual, pode gerar desdobramentos para a economia regional. A instalação do centro de processamento em Uberlândia tende a movimentar a cadeia produtiva local, enquanto Araxá segue como polo de extração. O protocolo de intenções é o primeiro passo formal, mas ainda não há cronograma detalhado de obras ou investimentos divulgado.

Para moradores e empresários das duas cidades, o projeto representa uma aposta na verticalização da produção mineral em Minas. Em vez de exportar matéria-prima bruta, a ideia é agregar valor localmente, com refino próximo às reservas. O apoio do Governo de Minas reforça o interesse público na iniciativa, que depende de licenciamentos e definições técnicas para sair do papel.

Se confirmado o cronograma, a operação até 2030 colocaria Minas Gerais em posição de destaque no processamento de minerais críticos no Brasil. A união entre Araxá e Uberlândia, nesse contexto, deixa de ser apenas geográfica e passa a ser estratégica. Quem vive no Triângulo Mineiro e no Alto Paranaíba pode acompanhar de perto os próximos anúncios das empresas envolvidas.

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