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Advogados suspeitos de pagar propina a estagiária do TJPA por acesso a processos sigilosos

ResumoA investigação do Ministério Público apura advogados suspeitos de pagar propina a uma estagiária do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA). O esquema visava obter acesso indevido a processos sigilosos, configurando violação de sigilo e corrupção ativa. A estagiária é investigada por supostamente receber valores em troca de informações privilegiadas.

Advogados são suspeitos de pagar propina a uma estagiária do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) para obter acesso indevido a processos sigilosos. A investigação, conduzida pelo Ministério Público, apura o esquema que envolve violação de sigilo e corrupção ativa. Entenda os detalh

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 17 de julho de 2026 · 2 min de leitura
Advogados suspeitos de pagar propina a estagiária do TJPA por acesso a processos sigilosos

Advogados são suspeitos de pagar propina a estagiária do TJPA para terem acesso a processos sigilosos

Advogados são suspeitos de pagar propina a uma estagiária do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) para obter acesso indevido a processos sigilosos. A investigação, conduzida pelo Ministério Público do Pará (MPPA), apura os crimes de corrupção ativa e violação de sigilo funcional. A estagiária teria recebido valores para fornecer informações privilegiadas.

Como funcionava o esquema de propina no TJPA

Segundo as investigações do MPPA, a estagiária do TJPA atuava como intermediária, recebendo propina em troca de acesso a processos sigilosos. Os advogados suspeitos pagavam valores para obter informações que poderiam beneficiar seus clientes em ações judiciais. O esquema foi descoberto após denúncias anônimas e análise de movimentações financeiras.

O papel da estagiária

A estagiária, que trabalhava em setor estratégico do TJPA, teria acesso a documentos e andamentos processuais restritos. Ela repassava esses dados aos advogados mediante pagamento. A investigação apura se outros funcionários do tribunal estavam envolvidos.

Investigação do Ministério Público do Pará

O MPPA abriu inquérito para apurar os crimes de corrupção ativa e passiva, além de violação de sigilo funcional. A operação incluiu busca e apreensão de documentos e dispositivos eletrônicos. A estagiária foi afastada do cargo temporariamente.

Medidas cautelares

A Justiça determinou medidas cautelares contra os suspeitos, como proibição de contato entre eles e monitoramento eletrônico. O objetivo é evitar a destruição de provas e garantir o andamento da investigação.

Consequências legais para os envolvidos

Se condenados, os advogados podem responder por corrupção ativa, com pena de 2 a 12 anos de prisão. A estagiária pode ser enquadrada por corrupção passiva e violação de sigilo funcional, com penas que variam de 2 a 12 anos. Além disso, os advogados podem perder o registro profissional na OAB.

Repercussão na OAB

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Pará acompanha o caso e pode abrir processo disciplinar contra os advogados suspeitos. A entidade defende a apuração rigorosa para preservar a ética profissional.

Como denunciar casos similares

Cidadãos podem denunciar casos de corrupção no Judiciário à Corregedoria do TJPA ou ao Ministério Público. Denúncias anônimas podem ser feitas pelo disque-denúncia 127.

Perguntas Frequentes

O que é propina?

Propina é o pagamento ilícito para obter vantagem indevida, como acesso a informações sigilosas.

Qual a pena para corrupção ativa?

Corrupção ativa tem pena de 2 a 12 anos de prisão, conforme o Código Penal.

A estagiária pode ser demitida?

Sim, a estagiária pode ser demitida por justa causa se comprovada a participação no esquema.

Como a OAB atua nesses casos?

A OAB pode instaurar processo disciplinar, que pode resultar em suspensão ou cassação do registro profissional dos advogados.

O que fazer se souber de irregularidades no TJPA?

Denuncie à Corregedoria do TJPA ou ao Ministério Público do Pará.

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