Casca de alho no lixo? Veja o que ela pode fazer
A casca do alho, que vai ao lixo no preparo das refeições, concentra antioxidantes que chamam a atenção de pesquisadores. Veja o que se sabe e como usar com segurança.
Pouca gente imagina que a casca do alho, descartada durante o preparo das refeições, concentra compostos naturais que despertam o interesse de pesquisadores. Rica em substâncias antioxidantes, ela apresenta componentes que podem ajudar a combater os efeitos dos radicais livres no organismo. Estudos também avaliam seu potencial anti-inflamatório e outras propriedades ligadas à saúde.
Apesar do potencial, a casca não deve ser tratada como medicamento ou substituta de tratamento. Para uso na alimentação, exige higienização rigorosa e, de preferência, origem de alimentos adequadamente selecionados. Quem descasca alho em casa, em Minas ou em qualquer canto do país, pode repensar o destino da casca antes de jogá-la fora.
Na rotina da cozinha mineira, onde o alho tempera o feijão e o frango com quiabo, o detalhe passa despercebido. Mas aquilo que parece lixo pode ter mais valor do que se imagina. A orientação vale como curiosidade e incentivo ao aproveitamento integral dos alimentos, sem prometer efeitos milagrosos.
Para os próximos meses, a tendência é que novas pesquisas detalhem melhor essas propriedades. Até lá, o recado é simples: lave bem, selecione a origem e, se possível, aproveite a casca em caldos ou infusões. O hábito pode reduzir o desperdício e ainda trazer compostos benéficos à mesa.