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Rodoviários do Rio não chegam a acordo com patrões: greve pode afetar transporte

ResumoRodoviários do Rio de Janeiro não chegaram a acordo com patrões após rodada de negociação frustrada. A categoria pode paralisar a frota de ônibus, afetando o transporte público na capital fluminense. O impasse persiste sobre reajuste salarial e condições de trabalho. Próximos passos incluem assembleia para decidir sobre greve.

Após rodada de negociação frustrada, rodoviários do Rio não chegam a acordo com patrões e podem parar frota de ônibus. Entenda o impasse e os próximos passos.

Vânia Drummond
Vânia Drummond Repórter de Cultura Mineira · 16 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Rodoviários do Rio não chegam a acordo com patrões: greve pode afetar transporte

Rodoviários do Rio não chegam a acordo com patrões e a população já se prepara para possíveis impactos no transporte público. A negociação, que se arrasta há semanas, terminou sem consenso na madrugada desta quarta-feira (23), segundo o sindicato da categoria.

A rodoviários do Rio não chegam a acordo com patrões por divergências salariais e de benefícios. O Sindicato dos Rodoviários do Rio de Janeiro (Sintraturb) afirma que a proposta patronal ficou aquém do esperado, enquanto o Sindicato das Empresas de Ônibus (Rio Ônibus) alega dificuldades financeiras. O impasse pode resultar em greve a partir da próxima segunda-feira (28).

Por que a negociação travou?

O principal ponto de discórdia é o reajuste salarial. Os rodoviários pedem reposição da inflação medida pelo INPC mais ganho real, enquanto os patrões oferecem percentual abaixo do índice. A ausência de acordo reflete o cenário nacional de custos altos e receitas pressionadas.

Reivindicações da categoria

  • Reajuste salarial de 12% (INPC de 8% + 4% real)
  • Vale-refeição de R$ 30 por dia
  • Plano de saúde integral
  • Fim da terceirização de linhas

Segundo o Sintraturb, a proposta patronal foi de apenas 5% de reajuste, sem ganho real. "É inaceitável", afirmou o presidente do sindicato, Sebastião José, em assembleia na noite de terça (22).

O que dizem os patrões

A Rio Ônibus alega que o setor enfrenta queda de passageiros e aumento de custos operacionais. Em nota, a entidade afirmou que a proposta de 5% é o máximo possível sem comprometer o equilíbrio financeiro.

Contexto do transporte no Rio

O sistema de ônibus do Rio transporta cerca de 2,5 milhões de passageiros por dia útil (Prefeitura do Rio, dados de 2025). Uma greve geral pararia a maior parte da frota, afetando principalmente a Zona Norte e a Baixada Fluminense.

Próximos passos

  • Quinta (24): nova assembleia dos rodoviários
  • Sexta (25): mediação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT)
  • Segunda (28): possível início da greve, se não houver acordo

A rodoviários do Rio não chegam a acordo com patrões, mas ainda há chance de conciliação. O TRT convocou audiência de conciliação para sexta-feira (25). Se não houver avanço, a greve pode começar na segunda (28), às 0h.

Impacto na mobilidade

  • Ônibus: 80% da frota pode parar
  • BRT: linhas municipais podem ser afetadas
  • Metrô e trem: operam normalmente
  • Alternativas: aplicativos de transporte e bicicletas

Perguntas Frequentes

Quando a greve dos rodoviários do Rio começa?

A greve está prevista para começar na segunda-feira (28), se não houver acordo até sexta (25).

O que os rodoviários estão pedindo?

Reajuste salarial de 12%, vale-refeição de R$ 30, plano de saúde e fim da terceirização.

O que os patrões oferecem?

Reajuste de 5%, sem ganho real, e manutenção dos benefícios atuais.

Como saber se a greve vai acontecer?

Acompanhe as assembleias do Sintraturb e a mediação no TRT. A decisão final sai na sexta (25).

A greve afeta o BRT?

Sim, as linhas municipais de BRT operadas por empresas de ônibus podem ser paralisadas.

O que fazer se a greve começar?

Planeje rotas alternativas com metrô, trem ou aplicativos. Prefeitura pode reforçar frota de BRT.

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