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PF combate entrada clandestina de eletrônicos no Brasil

ResumoA Operação Conexão Paralela, deflagrada pela Polícia Federal em 17 de abril, cumpriu seis mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em Maricá contra esquema de entrada clandestina de eletrônicos no Brasil. O grupo investigado teria movimentado aproximadamente R$ 60 milhões com importações irregulares de produtos eletrônicos.

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (17) a Operação Conexão Paralela, com seis mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em Maricá. O esquema de entrada clandestina de eletrônicos teria movimentado cerca de R$ 60 milhões.

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 17 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
PF combate entrada clandestina de eletrônicos no Brasil

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (17) a Operação Conexão Paralela, para combater a entrada clandestina de produtos eletrônicos no Brasil. Ao todo, seis mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nas cidades do Rio de Janeiro e de Maricá, no Grande Rio.

Segundo a corporação, o grupo responsável pelo ingresso dos produtos estrangeiros e pela revenda dentro do país seria comandado por um policial militar. Os itens, especialmente smartphones, entravam no território nacional sem o pagamento de impostos de importação. A revenda de milhares desses aparelhos teria movimentado cerca de R$ 60 milhões nos últimos anos.

Os investigados poderão responder pelos crimes de descaminho e associação criminosa. As penas, se confirmadas, variam conforme o vínculo de cada envolvido com o esquema.

Para quem compra eletrônicos no varejo informal, o efeito costuma aparecer no bolso de forma indireta. Aparelhos que chegam sem recolhimento de imposto distorcem a concorrência com lojas que operam dentro da legalidade e, na ponta, reduzem a arrecadação que financia serviços públicos. Não há, até o momento, informação sobre apreensão de mercadorias ou valores nesta fase da operação.

O caso também reacende o debate sobre fiscalização em portos, aeroportos e rotas terrestres, além do papel de agentes públicos em esquemas de contrabando. A Polícia Federal não informou quantas pessoas são investigadas nem se há mandados de prisão expedidos. como funciona a fiscalização de importação de eletrônicos

A operação segue em andamento e novas etapas não estão descartadas, conforme apurado. Procurada, a corporação não detalhou os próximos passos da investigação.

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