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Novo medicamento para insônia chega ao Brasil: lemborexante

ResumoO lemborexante, princípio ativo do Dayvigo, foi aprovado pela Anvisa e chega ao mercado brasileiro neste semestre. O medicamento trata insônia em adultos, bloqueando a orexina para reduzir a vigília, com menor potencial de dependência comparado a opções tradicionais. A indicação cobre dificuldade para iniciar ou manter o sono. A disponibilidade amplia as alternativas terapêuticas no país.

O lemborexante, princípio ativo do Dayvigo, foi aprovado pela Anvisa e chega ao mercado brasileiro neste semestre. Indicado para adultos com dificuldade para iniciar ou manter o sono, o remédio age bloqueando a orexina, com menor potencial de dependência. Veja o que muda para que

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 27 de agosto de 2026 · 2 min de leitura
Novo medicamento para insônia chega ao Brasil: lemborexante

Uma nova opção para quem sofre com insônia está prestes a chegar às farmácias brasileiras. O lemborexante, princípio ativo do medicamento Dayvigo, foi aprovado pela Anvisa e deve ser disponibilizado ainda neste semestre. A novidade foi anunciada pela Eurofarma, que desenvolveu o produto em parceria com a farmacêutica japonesa Eisai.

Quem tem dificuldade para iniciar ou manter o sono encontra agora uma alternativa com mecanismo diferente. Enquanto o zolpidem atua no "desligamento" da atividade cerebral, o lemborexante bloqueia a orexina, substância que mantém a pessoa acordada. Na prática, em vez de forçar o cérebro a desligar, o remédio reduz o sinal que sustenta a vigília.

A dose inicial recomendada é de 5 mg, podendo ser aumentada para 10 mg conforme a resposta de cada paciente. Um dos pontos que chama atenção é o menor potencial de dependência em relação aos benzodiazepínicos e similares, o que pode ser relevante para quem evita esse tipo de medicamento.

Estudos indicam que o lemborexante oferece uma combinação eficaz de resultados, mas o acompanhamento médico segue indispensável. Não é porque a caixa chega à farmácia que o tratamento deve começar por conta própria. A avaliação das causas da insônia e a manutenção de hábitos saudáveis continuam sendo a base para um sono de qualidade.

A chegada desse medicamento amplia o leque de opções para quem busca tratamento. Mas, como qualquer novidade, exige cautela: cada organismo responde de um jeito, e o que funciona para um pode não servir para outro. O diálogo com o médico é o primeiro passo antes de qualquer mudança.

O interior também é Minas, e aqui a insônia não é diferente. Quem mora no campo, acorda cedo e depende do corpo para o trabalho, sente na pele o peso de noites mal dormidas. Para esses, a novidade pode ser uma luz, desde que usada com responsabilidade e orientação profissional.

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