# Municípios podem se inscrever em programa de alimentação

> Municípios brasileiros com população entre 10 mil e 1 milhão de habitantes podem se inscrever até 20 de outubro na 6ª edição do LUPPA, laboratório de políticas públicas alimentares com apoio da FAO. O programa seleciona gestões municipais interessadas em desenvolver ações de segurança alimentar e nutricional.

*Portal Notícias MG · Serviços · 15 de setembro de 2026 · Marília Stefani*

Municípios brasileiros com população entre 10 mil e 1 milhão de habitantes podem se inscrever até 20 de outubro na 6ª edição do LUPPA, laboratório de políticas públicas alimentares com apoio da FAO.

Prefeituras de cidades mineiras e de outras regiões do país têm até 20 de outubro para inscrever seus municípios na 6ª edição do Laboratório Urbano de Políticas Públicas Alimentares (LUPPA). O programa é voltado à formação, à troca de experiências e à construção colaborativa de políticas públicas ligadas aos sistemas alimentares.

Podem participar municípios brasileiros com população entre 10 mil e 1 milhão de habitantes. O edital e o formulário de inscrição estão disponíveis neste link.

A proposta do LUPPA é reunir gestores públicos de diferentes realidades para discutir soluções concretas para problemas como a insegurança alimentar e nutricional. A iniciativa parte da compreensão de que temas como produção, abastecimento, acesso e consumo de alimentos atravessam várias áreas da administração pública e exigem ações articuladas, não medidas isoladas de uma única secretaria.

## O que muda na 6ª edição

Ao longo do programa, é criado um laboratório nacional voltado à construção de sistemas alimentares mais justos e sustentáveis. A edição também prevê seminários, capacitações e a disponibilização de conteúdos, ferramentas e dados para fortalecer as políticas de alimentação locais.

O LUPPA é fruto de uma parceria de diversos setores dedicados à promoção do acesso à alimentação saudável, sem agrotóxicos, in natura, e comprometidos com a erradicação da insegurança alimentar e nutricional. Entre os participantes está a Food and Agriculture Organization (FAO), órgão da ONU que lida com questões alimentares.

## Quem pode participar e por quê

O recorte populacional de 10 mil a 1 milhão de habitantes inclui desde pequenos municípios do interior até cidades de porte médio. Para gestões com equipes reduzidas, o formato de rede tende a funcionar como apoio técnico: em vez de partir do zero, a prefeitura acessa experiências já testadas em outros territórios.

A leitura do edital é o primeiro passo para quem pretende inscrever o município. Vale conferir os critérios, os prazos internos e a documentação exigida antes de montar a candidatura. Municípios que já participaram de edições anteriores costumam ter vantagem na organização dos dados, mas a chamada é aberta a novos entrantes.

A discussão sobre políticas alimentares ganha peso em um país que ainda convive com insegurança alimentar em diferentes faixas de renda. Programas de aprendizagem entre municípios não resolvem o problema sozinhos, mas criam repertório comum e padronizam indicadores, o que facilita cobrar resultados depois. O prazo curto até 20 de outubro pede decisão rápida de quem pretende entrar nesta edição.

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Fonte (canonical): https://portalnoticiasmg.com.br/servicos/municipios-podem-se-inscrever-programa-politicas-publicas-alimentacao/
