# Manifesto de CNI, Fiesp e CNC cobra sessão pública no STF

> O manifesto de CNI, Fiesp e CNC, divulgado em 9 de abril, cobra do Supremo Tribunal Federal (STF) a realização de sessão pública e urgente para examinar fatos relacionados à crise institucional na Corte. O documento empresarial não menciona ministros específicos nem detalha episódios concretos. A ação das entidades busca transparência e celeridade no tratamento da situação.

*Portal Notícias MG · Serviços · 09 de setembro de 2026 · Inácio Bicalho*

Nesta quarta-feira (9), CNI, Fiesp e outras entidades empresariais divulgaram manifesto cobrando que o STF examine, em sessão pública e com urgência, os fatos relacionados à crise na Corte. O texto não cita nomes de ministros nem detalha episódios específicos.

Nesta quarta-feira (9), um grupo de entidades empresariais divulgou um manifesto cobrando que o Supremo Tribunal Federal (STF) examine, em sessão pública e com urgência, os fatos relacionados à crise na Corte. O documento, intitulado "Manifesto à Nação Brasileira", reúne a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Confederação Nacional do Comércio (CNC) entre as signatárias.

No texto, as entidades afirmam que o país atravessa uma "crise institucional de extrema gravidade" e apontam o Supremo como o epicentro dessa situação. O manifesto diz: "A Sociedade Brasileira exige que o Plenário do Supremo examine em sessão pública os fatos, decida com absoluta urgência, sem subterfúgios e sem corporativismo. A resposta que a Nação aguarda não admite prazo!".

O documento não cita nomes de ministros nem detalha episódios específicos. As entidades defendem que a Corte preste contas à sociedade. A cobrança pública de resposta urgente ocorre em meio ao que as próprias signatárias classificam como uma crise institucional.

A quem acompanha o noticiário político do interior de Minas, o manifesto mostra como a insatisfação com o STF deixou de ser assunto restrito a Brasília. Empresários de diferentes setores, de indústrias a comércios, se unem numa frente comum para pedir transparência.

A expectativa, agora, é saber se o Plenário do Supremo vai atender à convocação das entidades e marcar uma sessão pública para tratar dos fatos. O manifesto deixa claro que, para os signatários, a resposta "não admite prazo".

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