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Caiado diz ser "inadmissível" que EUA duvidem das eleições

O ex-governador Ronaldo Caiado classificou como "inadmissível" a desconfiança dos EUA em relação à lisura das eleições brasileiras. Ele defende a presença de observadores internacionais e critica tentativas de questionamento dos resultados.

Geraldo Assunção
Geraldo Assunção Repórter de Política Estadual · 26 de julho de 2026 · 1 min de leitura
Caiado diz ser "inadmissível" que EUA duvidem das eleições

Caiado diz ser "inadmissível" que EUA coloque em dúvida lisura de eleições

Ronaldo Caiado, ex-governador e pré-candidato à Presidência, declarou neste sábado (25) que é "inadmissível" a desconfiança de países como os Estados Unidos sobre a lisura do processo eleitoral brasileiro. Ele enfatizou a importância de observadores internacionais durante as eleições, mas criticou a possibilidade de questionamentos sobre os resultados das urnas.

"Eu confio nas urnas eleitorais do Brasil. Também sempre concordei que cada eleição tivesse a presença de observadores de diferentes países, tantos quantos quisessem acompanhar o processo eleitoral brasileiro. Mas considero inadmissível que qualquer país, incluindo os EUA, queira colocar em dúvida a lisura e os resultados das nossas eleições", afirmou Caiado.

Na sexta-feira (24), o Ministério das Relações Exteriores negou o visto de dois funcionários norte-americanos que planejavam visitar o Brasil nos próximos dias. Uma reportagem do Washington Post revelou que a comitiva dos EUA tinha a intenção de questionar a confiabilidade das urnas eletrônicas.

Integrantes do governo brasileiro avaliam que a viagem da delegação dos EUA visa reforçar a campanha de desinformação contra o sistema de votação eletrônico, reavivada por declarações do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também se manifestou sobre possíveis interferências nas eleições, alertando que ninguém de fora deve "meter o dedo" no processo eleitoral. Ele enfatizou que o destino do país será decidido pelos 157 milhões de eleitores.

Candidato do Missão, Renan Santos, criticou o governo de Donald Trump, afirmando que busca gerar dúvidas no processo eleitoral brasileiro como apoio ao discurso de Flávio Bolsonaro. Santos ressaltou que o Brasil não pode aceitar "nenhum tipo de interferência". Além disso, ele criticou o Executivo pela falta de negociações adequadas com o governo americano a respeito das novas tarifas impostas a produtos brasileiros. ~302 palavras.

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