Serviços

Baratas ciborgues socorrem vítimas de desastres; veja

ResumoAs baratas ciborgues 'paraborgs', desenvolvidas por cientistas da Universidade de Queensland e da Universidade de Nova Gales do Sul, carregam mochilas com injeção e câmeras para fornecer assistência médica básica a vítimas de desastres. O dispositivo permite administrar medicamentos e avaliar sinais vitais antes da chegada do resgate humano. A tecnologia visa ampliar a capacidade de resposta em cenários de emergência.

Cientistas da Universidade de Queensland e da Universidade de Nova Gales do Sul desenvolveram baratas ciborgues, chamadas 'paraborgs', equipadas com mochilas de injeção e câmeras para prestar assistência médica básica a vítimas de desastres antes da chegada do resgate.

Ronaldo Pimenta
Ronaldo Pimenta Repórter de Esporte Mineiro · 31 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
Baratas ciborgues socorrem vítimas de desastres; veja

Um enxame de baratas gigantes entregando remédio a uma vítima presa nos escombros pode soar como filme de terror, mas é o que cientistas australianos estão desenvolvendo. Pesquisadores da Universidade de Queensland e da Universidade de Nova Gales do Sul criaram baratas ciborgues, batizadas de "paraborgs", equipadas para atuar em resgates.

Os insetos carregam mochilas com dispositivos de injeção em miniatura e câmeras. A ideia é que possam prestar assistência médica básica a vítimas de terremotos e desabamentos antes da chegada das equipes de resgate.

Como funciona o corpo ciborgue

A base do projeto é a barata-gigante-escavadora do norte de Queensland, considerada a espécie de barata mais pesada do mundo. É nela que os pesquisadores instalam as mochilas com os cilindros de seringa e as câmeras.

Para quem vive em áreas de risco ou acompanha notícias de desastres, a aplicação prática é direta: os paraborgs podem entrar em espaços estreitos onde cães ou humanos não alcançam, levando medicamentos e permitindo contato visual com a vítima. Ainda não há previsão de uso em campo, mas o projeto abre caminho para uma nova forma de resposta rápida em emergências.

O próximo passo dos cientistas é aperfeiçoar o controle remoto dos insetos e testar a resistência das mochilas em cenários mais próximos de um desabamento real. Até lá, a barata ciborgue segue como promessa de tecnologia aplicada ao socorro.

// Leia também

Publicidade