# Alcolumbre: votação da PEC 6x1 fica para depois das eleições

> Davi Alcolumbre, presidente do Senado, adiou a votação da PEC que extingue a jornada de trabalho 6x1 para o período posterior às eleições municipais de 2024. A decisão foi comunicada nesta quinta-feira (3) e visa priorizar o calendário eleitoral. A proposta segue em tramitação no Congresso Nacional, sem data definida para análise em plenário.

*Portal Notícias MG · Serviços · 03 de setembro de 2026 · Cláudia Resende*

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), disse nesta quinta-feira (3) que a votação da PEC que acaba com a jornada 6x1 será somente após as eleições. Entenda o cenário.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou nesta quinta-feira (3), em plenário, que a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de trabalho 6x1 será realizada somente após as eleições. A declaração foi feita durante sessão no Congresso, mas não foram dados detalhes sobre o novo calendário de análise da matéria.

A PEC 6x1, que tramita no Senado, propõe o fim da escala em que o trabalhador atua seis dias consecutivos e folga um. A proposta é acompanhada de perto por categorias que dependem de escalas longas, como comércio, saúde e serviços. A decisão de adiar a votação para depois do pleito, segundo Alcolumbre, ocorre em meio ao calendário eleitoral, que concentra os esforços do Legislativo nos próximos meses.

Para famílias que dependem de renda mensal com vínculo formal, a mudança na jornada pode significar mais tempo de descanso sem perda salarial, mas o texto ainda precisa passar por comissões e dois turnos no plenário. A informação foi confirmada pela CNN Brasil, que acompanha a tramitação da proposta.

Enquanto a PEC não é votada, a escala 6x1 segue valendo como está. Quem quiser acompanhar os próximos passos da matéria pode consultar o site oficial do Senado Federal, onde são publicados os andamentos das proposições. A orientação é que trabalhadores e empregadores fiquem atentos às atualizações oficiais, já que qualquer alteração na jornada depende exclusivamente da aprovação do Congresso.

A expectativa agora fica por conta do calendário pós-eleições, quando o Senado deve retomar a pauta. Até lá, não há prazo definido para a análise em plenário, nem garantia de que o texto será aprovado sem alterações.

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