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"Rata do Bolsonaro": pastora relata briga com entregador em MG

A pastora Renata Vieira, pré-candidata a deputada estadual, relata ofensas recebidas durante uma discussão com um entregador em Contagem. O caso gerou repercussão nas redes sociais.

Sérgio Tadeu Mafra
Sérgio Tadeu Mafra Repórter de Economia Regional · 26 de julho de 2026 · 2 min de leitura
"Rata do Bolsonaro": pastora relata briga com entregador em MG

A pastora e pré-candidata a deputada estadual Renata Vieira, do PL, relatou nesta sexta-feira (24) que reagiu após ser chamada de "rata do Bolsonaro" durante uma discussão com um entregador de móveis em um condomínio de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Essa situação se tornou um assunto amplamente comentado nas redes sociais, especialmente após a divulgação de vídeos que registraram parte do confronto.

Segundo o boletim de ocorrência, a discussão começou enquanto o entregador realizava a entrega de móveis no condomínio onde Renata reside. Ela afirmou que o trabalhador chegou sozinho e enfrentou dificuldades para transportar alguns itens até o apartamento. Renata notou que parte dos móveis não cabia no elevador e sugeriu a presença de outro funcionário para auxiliar na entrega, momento em que a conversa tornou-se hostil.

De acordo com a versão da pastora, o entregador reconheceu sua filiação ao Partido Liberal e iniciou uma série de ataques relacionados à sua atuação política e ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Renata relatou ter ouvido ofensas como "rata do Bolsonaro", "vagabunda de partido" e "defensora de genocida".

Após as ofensas, Renata declarou à polícia que reagiu com um tapa no rosto do entregador, que, em resposta, a agrediu com chutes e fez ameaças. No boletim, a pastora também expressou suspeitas de que o entregador seja policial rodoviário federal, mas essa informação ainda não foi confirmada.

Pessoas próximas ao entregador apresentaram uma versão diferente dos acontecimentos. Elas afirmam que o profissional estava realizando sozinho a entrega de um sofá grande e que a discussão começou após a recusa em aguardar uma nova tentativa de entrega. O entregador não concedeu entrevistas sobre o caso.

As autoridades estão analisando os depoimentos dos envolvidos, os vídeos divulgados e outros elementos coletados durante a apuração, buscando esclarecer como a discussão se iniciou e quais foram as circunstâncias que levaram ao confronto dentro do condomínio.

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