Desfile cívico-militar no Rio: o que mudou em 2026
O tradicional desfile cívico-militar do Dia da Independência voltou a ocupar a Avenida Presidente Vargas, no centro do Rio de Janeiro, diante do Palácio Duque de Caxias, sede do Comando Militar do Leste. Neste ano, a cerimônia teve novidades que chamaram a atenção do público presente, mesmo com o tempo chuvoso.
Milhares de pessoas acompanharam o cortejo empunhando bandeirinhas do Brasil. A festa começou com a revista da tropa pelos comandantes das três forças militares. Depois, veio a chegada do fogo simbólico da pátria, conduzido pelo atleta do pentatlo Douglas Castro, acompanhado de outros esportistas militares. A tocha foi usada para acender uma pira em frente ao palácio.
Em seguida, a banda do primeiro batalhão de guarda do Exército executou o Hino da Independência e a Salva de Gala. O cortejo foi puxado por batedores dos Fuzileiros Navais, da Polícia do Exército e da Polícia da Aeronáutica, em motocicletas. Uma unidade de cavalaria exibiu todas as bandeiras que o Brasil já teve ao longo de sua história.
Mais de 6 mil militares e agentes de forças de segurança federais, estaduais e municipais participaram do desfile. Também estavam representadas organizações sociais, como a Cruz Vermelha e os Escoteiros, entidades beneficentes e escolas.
Um dos destaques foram os conjuntos exclusivos de mulheres que atuam em diversos grupamentos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. Também desfilaram militares que integram as Forças de Paz das Nações Unidas.
Mais de 180 viaturas foram empregadas, incluindo tanques blindados do Exército, embarcações anfíbias da Marinha e caminhões de resgate do Corpo de Bombeiros.
Quem perdeu o desfile pode rever os melhores momentos na reportagem do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil. O registro completo está disponível no site da Agência Brasil cobertura do 7 de setembro em outras capitais.