Stray Kids fala ao g1: entrevista completa no Rock in Rio
Em sua segunda vinda ao Brasil, o Stray Kids encerrou o quinto dia do Rock in Rio com oito integrantes no palco e uma plateia que virou Cidade do K-Pop. Na entrevista ao g1, o grupo falou de processo criativo, funk carioca e fandom.
O Stray Kids encerrou a programação do quinto dia do Rock in Rio, na segunda vinda do grupo sul-coreano ao Brasil após passagens por grandes estádios no ano anterior. Eram oito integrantes no palco, com megaestrutura, som que a reportagem do g1 descreve como deliciosamente caótico e coreografias precisas. A força da noite, porém, veio da plateia, que transformou a Cidade do Rock em Cidade do K-Pop.
Em entrevista ao g1, os oito integrantes falaram de processo criativo, da paixão pelo funk carioca e pelo futebol, e do fandom. "Com seus lightsticks, nossos fãs parecem nos guiar para encontrarmos o caminho certo", afirmou Seungmin.
O que mudou na segunda vinda ao Brasil
A passagem anterior do grupo pelo país foi marcada por grandes estádios. Agora, no Rock in Rio, o formato muda: palco de festival, programação dividida por gêneros e um dia dedicado ao K-pop. O Stray Kids foi headliner do primeiro dia com essa configuração no evento.
Questionado sobre a sensação de fazer história nesse formato, Felix respondeu ao g1 que escrever a própria história é algo que o grupo considera com muita gratidão. A fala abre a entrevista publicada pelo g1, que está disponível na íntegra em vídeo no topo da reportagem original.
Funk carioca, futebol e o fandom como guia
Entre os temas da conversa no camarim, dois aparecem com peso: o funk carioca e o futebol. O grupo citou a paixão por ambos, sem que a fonte detalhe nomes de times ou artistas específicos.
O fandom ganhou destaque na fala de Seungmin, que comparou os lightsticks a uma orientação para o grupo encontrar o caminho certo. É uma imagem que conversa com o que a própria reportagem registrou na Cidade do Rock: a plateia como parte central da noite, não como coadjuvante.
Para quem acompanha K-pop no Brasil, o movimento não é novidade. O que muda é a escala: um grupo sul-coreano fechando a programação de um dia inteiro de Rock in Rio, com entrevista concedida ao g1 no camarim. Rock in Rio 2026
A íntegra da entrevista, com todas as perguntas e respostas, está no vídeo do topo da reportagem do g1. K-pop no Brasil