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Professores da rede estadual iniciam paralisação de 48 horas em Sergipe

ResumoProfessores da rede estadual de Sergipe iniciaram paralisação de 48 horas nesta quarta-feira (26), com manifestação no Centro de Aracaju. A categoria reivindica o retorno do escalonamento da carreira com percentuais de 40% a 100%. A paralisação afeta escolas públicas estaduais e busca negociação com o governo estadual.

Professores da rede estadual de Sergipe iniciaram paralisação de 48 horas nesta quarta-feira (26), com manifestação no Centro de Aracaju. A categoria reivindica o retorno do escalonamento da carreira com percentuais de 40% a 100%.

Ronaldo Pimenta
Ronaldo Pimenta Repórter de Esporte Mineiro · 26 de agosto de 2026 · 2 min de leitura
Professores da rede estadual iniciam paralisação de 48 horas em Sergipe

Professores da rede estadual de ensino de Sergipe realizam uma manifestação no Calçadão da João Pessoa, no Centro de Aracaju, na manhã desta quarta-feira (26). O ato integra a paralisação de 48 horas da categoria, convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese). A principal reivindicação dos docentes é o retorno do escalonamento da carreira com percentuais de 40% a 100%, modelo vigente até o ano de 2011.

A paralisação afeta diretamente a rotina de milhares de famílias. De acordo com a Secretaria de Estado da Educação (Seed), o movimento impacta cerca de 160 mil alunos. Em nota, o órgão declarou que lamenta a decisão do sindicato e apontou prejuízos ao aprendizado e ao calendário escolar, com destaque para os estudantes do Ensino Médio em preparação para o Enem. A Seed também citou o impacto para as famílias que dependem das unidades para alimentação e segurança das crianças.

A Seed informou ainda que todas as 319 escolas da rede estão envolvidas na paralisação. Para os pais e responsáveis, a orientação é acompanhar os canais oficiais da secretaria para saber como ficam as atividades durante o período. A categoria, por sua vez, segue mobilizada até que haja resposta sobre a pauta de reajuste da carreira.

O movimento ocorre em um momento sensível do calendário escolar. Com a proximidade do Enem, qualquer interrupção nas aulas pode gerar preocupação extra entre os estudantes do terceiro ano. A Seed, no entanto, não detalhou como será o reposição das aulas ou se haverá alteração no calendário oficial.

Enquanto a negociação não avança, a comunidade escolar acompanha os desdobramentos. A paralisação de 48 horas é uma demonstração de força da categoria, mas também um teste para a gestão estadual, que precisa equilibrar o diálogo com o sindicato e a manutenção do ano letivo. O próximo passo deve ser uma nova rodada de conversas entre as partes, ainda sem data confirmada.

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