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Polônia denuncia ataques na Ucrânia: "grande desafio"

ResumoRadoslaw Sikorski, chanceler da Polônia, denunciou em Kiev a intensificação dos ataques russos contra a Ucrânia, classificando-a como um novo e grande desafio para o país. A diplomacia polonesa informou que um dos ataques desta manhã atingiu um trem que ligava Kiev a Varsóvia, elevando a preocupação com a segurança das rotas entre as duas nações.

Em Kiev, o chanceler polonês Radoslaw Sikorski classificou a intensificação dos ataques russos como "um novo e grande desafio" para a Ucrânia. Segundo a diplomacia polonesa, um dos ataques desta manhã teria atingido um trem entre Kiev e Varsóvia.

Sérgio Tadeu Mafra
Sérgio Tadeu Mafra Repórter de Economia Regional · 14 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Polônia denuncia ataques na Ucrânia: "grande desafio"

A Polônia denunciou a intensificação dos ataques russos contra a Ucrânia e classificou a escalada como um "novo e grande desafio" para o país e para possíveis futuras vítimas da agressão. A declaração foi feita pelo ministro das Relações Exteriores da Polônia, Radoslaw Sikorski, em coletiva de imprensa em Kiev.

"Trata-se de uma escalada, é um novo e grande desafio para a Ucrânia e para as possíveis futuras vítimas da agressão russa", afirmou Sikorski. Em seguida, acrescentou: "Isso significa que devemos redobrar os esforços para apoiar as vítimas da agressão."

A Ucrânia está sob pressão crescente por causa da intensificação da campanha aérea russa, que utiliza mísseis balísticos e drones. Os ataques de Moscou têm como alvo a rede elétrica ucraniana antes do inverno. Segundo as autoridades de Kiev, a estratégia tem como objetivo desmoralizar a população.

Um dos ataques realizados nesta manhã pela Rússia teria atingido um trem que fazia a ligação entre Kiev e Varsóvia, de acordo com a diplomacia polonesa. O episódio reforça a preocupação com a segurança das rotas que conectam a Ucrânia aos países vizinhos.

A fala de Sikorski em Kiev sinaliza que a Polônia deve manter o apoio à Ucrânia no período mais crítico do ano, quando o frio aumenta a dependência da rede elétrica. Para quem acompanha o deslocamento de pessoas e mercadorias na fronteira, a continuidade desse suporte tende a pesar sobre a logística e a renda nas cidades de passagem. A tendência para as próximas semanas é de atenção redobrada a novos anúncios de apoio e à evolução dos ataques.

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