# Peru, 12 vezes campeão, vive crise similar ao caso Gabi

> O vôlei peruano, 12 vezes campeão sul-americano, enfrenta grave crise política e financeira que impede a vinda das principais jogadoras ao Rio de Janeiro. A situação espelha o caso Gabi com o Conegliano, marcado por conflitos institucionais e falta de recursos. A seleção peruana, maior rival do Brasil, sofre com instabilidade administrativa e baixo investimento, comprometendo o desempenho internacional.

*Portal Notícias MG · Eventos · 08 de setembro de 2026 · Marília Stefani*

O vôlei peruano, 12 vezes campeão sul-americano e maior rival do Brasil, atravessa grave crise política e financeira. Principais jogadoras não virão ao Rio por questões políticas e financeiras, ecoando o caso Gabi x Conegliano.

O vôlei peruano, 12 vezes campeão sul-americano e tradicionalmente o maior rival do Brasil no continente, atravessa grave crise política e financeira. Segundo o blog, as principais jogadoras da seleção não estarão no Rio de Janeiro por questões políticas. Angela Leiva, Flávia Montes, Isabella Sanches, Esmeralda Sanches e Maguilaura Frias, todas titulares, foram orientadas e pressionadas nos bastidores, alegaram questões físicas e não aceitaram a convocação, priorizando os contratos com os clubes.

A história, até onde o blog chegou, vai além. Flávia Montes, Isabella Sanches e Esmeralda Sanches jogam no Alianza Lima, clube que tem Cenaida Uribe, ex-jogadora da seleção, como gestora. Uma fonte ligada ao Peru, outra ex-jogadora do país com passagem pelo vôlei brasileiro em décadas passadas, confidenciou ao blog que Uribe é politicamente contra a administração do presidente da Federação, Gino Vegas.

Além de alegarem questões físicas e pedido do clube, as jogadoras exigiram salário para os treinamentos e a disputa do Sul-Americano no Rio de Janeiro. Angela Leiva, que joga na Turquia, e Maguilaura Frias, que atua na Espanha, adotaram o mesmo discurso. O técnico brasileiro Antônio Rizola, um dos maiores vencedores com a base do Brasil na gestão passada, terá em quadra praticamente o time B no Sul-Americano.

O caso, guardadas as devidas proporções, é semelhante ao que vive a seleção brasileira. Conforme o blog antecipou, o Conegliano foi contra a participação de Gabi na competição. A orientação é que a jogadora seja no máximo relacionada, poupada a maior parte do tempo e entrando em quadra sem correr risco. Apesar do compreensível discurso político de Gabi, no caso específico dela faz todo sentido.

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Fonte (canonical): https://portalnoticiasmg.com.br/eventos/peru-12-vezes-campeao-sul-americano-vive-questao-semelhante-ao-caso-gabi-x-coneg/
