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Odisséia 1: o retorno de Ulisses e a origem dos alfabetos

ResumoA Odisséia 1, poema épico atribuído a Homero, narra o retorno de Ulisses a Ítaca após a Guerra de Troia, enfrentando obstáculos divinos e humanos. A obra conecta-se à origem dos alfabetos, pois a escrita grega arcaica, derivada do fenício, registrou a tradição oral. Essa transição cultural liga civilizações distantes do Mediterrâneo, evidenciando a transmissão de conhecimento entre povos.

A Odisséia 1 narra o retorno de Ulisses a Ítaca após 10 anos de guerra. Descubra as origens dos alfabetos e a conexão entre culturas distantes.

Vânia Drummond
Vânia Drummond Repórter de Cultura Mineira · 31 de agosto de 2026 · 2 min de leitura
Odisséia 1: o retorno de Ulisses e a origem dos alfabetos

Na manhã de 31 de agosto de 2026, a coluna "O Futuro é Inevitável" nos convida a revisitar a Odisséia, a epopeia atribuída a Homero que narra o retorno de Ulisses à sua terra. Entre os séculos 8 e 7 a.C., Homero, que era cego, teria composto a Ilíada e a Odisséia, transmitidas oralmente, com cada contador adicionando seus retoques.

A resposta direta: A Odisséia conta a jornada de Ulisses (ou Odisseu) de volta para casa após a Guerra de Troia, que durou 10 anos. O herói, conhecido por sua inteligência e oratória, enfrentou aventuras por mundos desconhecidos, e sua história inspirou a minissérie da NBC.

Nessa época, os gregos ainda não tinham alfabeto; ele veio depois, através dos fenícios, com 25 letras começando com Alfa e Beta. Curiosamente, o alfabeto hebraico começa com Aleph e Beit, que significam "boi" e "casa". Do outro lado, entre os nórdicos, o alfabeto Futhark começa com Fehu (boi, energia de riqueza) e Uruz (touro que protege a terra). Cada letra carrega um significado, desejo e auspício.

Apesar das distâncias, as primeiras letras desses alfabetos têm significados semelhantes, e não há registros de contato entre fenícios e vikings. A escrita só chegou aos gregos no século 8 a.C..

Ulisses, que era do signo de Gêmeos, preferia flanar por mares nunca navegados. Ele era um orador fascinante e ardiloso, escondendo o que pensa, e também um saqueador de cidades, ou ptoliporthos. Sua história inspirou o filme, que faz sucesso até hoje, embora a coluna ainda não tenha assistido. Na trama, Aquiles, guerreiro orgulhoso e imprudente, se opõe a Ulisses, que usava a inteligência enquanto Aquiles usava a espada. E Helena de Troia, pasme, era a mais sensata nas situações difíceis.

A Odisséia nos lembra que os poemas são das tradições, do povo, de gerações de anônimos. Seguir métricas e tradições é empacar; a descoberta leva a imaginação além dos limites. E, como na época dos heróis que conversavam com os deuses, até hoje buscamos com quem conversar, seja humanos, deuses ou desconhecidos na Internet.

Que tal revisitar essa epopeia e se encantar com as conexões entre culturas tão distantes? mitologia grega história dos alfabetos

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