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MDB lança Gabriel Souza ao governo do RS contra polarização

ResumoMDB oficializou Gabriel Souza como candidato ao governo do Rio Grande do Sul em convenção na Assembleia Legislativa, em Porto Alegre, no dia 1º de junho. A chapa reúne PSD, PRD, Solidariedade, União Brasil e Agir. Gabriel Souza centrou o discurso contra a polarização política, apresentando a coligação como alternativa ao confronto entre extremos.

O MDB do Rio Grande do Sul oficializou neste sábado (1º) a candidatura de Gabriel Souza ao Palácio Piratini. Em convenção na ALRS, em Porto Alegre, o partido montou chapa com PSD, PRD, Solidariedade, União Brasil e Agir, e o candidato mirou o discurso contra a polarização.

Ronaldo Pimenta
Ronaldo Pimenta Repórter de Esporte Mineiro · 03 de agosto de 2026 · 4 min de leitura
MDB lança Gabriel Souza ao governo do RS contra polarização

MDB lança Gabriel Souza ao governo do RS com discurso contra polarização

O MDB do Rio Grande do Sul oficializou, neste sábado (1º), a candidatura de Gabriel Souza a governador do Estado. O anúncio ocorreu em convenção partidária no Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS), em Porto Alegre. Desde 2022, o emedebista ocupa o cargo de vice-governador na gestão de Eduardo Leite (PSD).

Quem compõe a chapa majoritária do MDB no RS

A chapa majoritária apresentada pela coligação reúne MDB, PSD, PRD, Solidariedade, União Brasil e Agir. Para o cargo de vice, o partido indicou Ernani Polo (PSD). Já as vagas ao Senado serão disputadas pelo ex-governador Germano Rigotto (MDB) e pelo deputado estadual Frederico Antunes (PSD).

A cerimônia contou com a presença de lideranças políticas, incluindo o governador do RS, Eduardo Leite, e o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB).

Primeira disputa ao Palácio Piratini e trajetória política

Esta é a primeira vez que Gabriel Souza concorre ao Palácio Piratini. Antes de assumir o cargo de vice-governador, o candidato foi deputado estadual por dois mandatos. Em 2022, ele desistiu de concorrer ao governo do estado para compor a chapa de Eduardo Leite, que na época estava no PSDB. O acordo foi uma exigência do PSDB nacional em troca do apoio do partido à candidatura de Simone Tebet, pelo MDB, à Presidência da República.

Discurso contra a polarização e críticas aos extremos

Durante a convenção, Gabriel disse ser a única opção entre dois candidatos que têm aparecido liderando as pesquisas de intenção de voto. O emedebista se colocou como alternativa ao "extremo".

Em referência à concorrente do PDT ao governo do Estado, Juliana Brizola, Gabriel afirmou: "Nessas eleições, eu vou enfrentar a esquerda novamente, que agora não se veste mais com as cores, com número e com o símbolo daquele partido que governou e quebrou o Rio Grande. Não é mais o PT, é verdade, mas é sabor PT".

Por outro lado, o candidato do MDB criticou a direita, representada pelo candidato ao Piratini Luciano Zucco, do PL. Segundo Gabriel, a campanha adversária é só "crítica, radicalismo e falta de apresentação de propostas". Ele completou: "Falam tanto criticando o que nós fizemos que, certamente se viessem a ganhar as eleições, destruiriam tudo que nós fizemos, todos os avanços. Não tem uma proposta, não consegue estabelecer um raciocínio lógico para estabelecer uma política pública que venha, de fato, a melhorar a vida dos gaúchos".

O que muda na disputa estadual

Com a oficialização da candidatura, o cenário eleitoral gaúcho ganha um novo polo. Gabriel Souza entra na disputa com o apoio de uma coligação ampla, que soma seis partidos. A chapa mescla nomes com experiência executiva, como Ernani Polo, e trajetória legislativa, como Frederico Antunes. A presença de Germano Rigotto, ex-governador, reforça o peso político da coligação na disputa ao Senado.

A estratégia do MDB, ao que indica o discurso da convenção, é ocupar o centro do espectro político. Gabriel se apresenta como alternativa tanto à esquerda, representada por Juliana Brizola, quanto à direita, liderada por Luciano Zucco. Resta saber como esse posicionamento será recebido pelo eleitorado nas próximas pesquisas.

Próximos passos da campanha

Com a chapa definida, o próximo movimento é o registro da candidatura no Tribunal Regional Eleitoral. A campanha oficial começa após o período permitido pela legislação eleitoral. Até lá, a coligação deve concentrar esforços na estruturação do plano de governo e na articulação com prefeitos e lideranças regionais.

O primeiro teste de fogo será a resposta das pesquisas de intenção de voto. Gabriel Souza entra na disputa com a vantagem de ser o atual vice-governador, o que lhe dá visibilidade e trânsito institucional. A desvantagem é a associação direta com a gestão de Eduardo Leite, que pode ser explorada pelos adversários.

Perguntas Frequentes

Quem é Gabriel Souza?

Gabriel Souza é o atual vice-governador do Rio Grande do Sul, cargo que ocupa desde 2022. Antes disso, foi deputado estadual por dois mandatos. Esta é a primeira vez que ele concorre ao governo do Estado.

Quem compõe a chapa do MDB ao governo do RS?

A chapa majoritária tem Gabriel Souza (MDB) para governador e Ernani Polo (PSD) para vice. Para o Senado, os candidatos são Germano Rigotto (MDB) e Frederico Antunes (PSD). A coligação reúne MDB, PSD, PRD, Solidariedade, União Brasil e Agir.

Quando foi a convenção do MDB no RS?

A convenção ocorreu neste sábado (1º), no Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.

Quem são os principais adversários de Gabriel Souza?

Nas pesquisas de intenção de voto, os principais adversários são Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (PL). Gabriel Souza se coloca como alternativa aos dois extremos.

Qual é o discurso de Gabriel Souza na campanha?

O candidato do MDB defende a continuidade dos avanços da gestão atual e critica a falta de propostas dos adversários. Ele se apresenta como opção contra a polarização política no estado.

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