Helicóptero de emissora de TV cai e mata três pessoas em Los Angeles
Um helicóptero de uma emissora de televisão caiu na terça-feira (15), em Los Angeles, na Califórnia, enquanto acompanhava a cobertura de um acidente de trânsito. Segundo as autoridades locais, três pessoas morreram na queda.
A aeronave caiu na região de Chatsworth, no noroeste de Los Angeles. Equipes de imprensa estavam no local acompanhando uma colisão entre uma caminhonete e um ônibus, que também deixou três pessoas mortas e várias feridas. A polícia confirmou que o helicóptero pertencia a uma empresa de comunicação, mas ainda não havia divulgado a identidade das pessoas que estavam a bordo.
Testemunhas que participavam da cobertura relataram ter ouvido uma forte explosão. Imagens registradas no local mostraram um incêndio de grandes proporções, que atingiu contêineres de carga e carros, além dos destroços do helicóptero.
O que se sabe sobre a queda
A emissora local afiliada à NBC informou durante a cobertura que não conseguia entrar em contato com sua equipe. Posteriormente, a empresa confirmou que a aeronave envolvida no acidente pertencia ao canal local de notícias.
De acordo com informações dos bombeiros, quatro pessoas foram avaliadas após a queda. Três morreram ainda no local e uma foi levada para um hospital da região. Até a última atualização, o estado de saúde da pessoa hospitalizada não havia sido informado.
Por que helicópteros são tão usados na cobertura em Los Angeles
Los Angeles é um dos maiores mercados de televisão dos Estados Unidos e tem forte concorrência entre as emissoras de notícias. Helicópteros são utilizados com frequência pelas equipes para acompanhar ocorrências como incêndios, perseguições policiais e acidentes de trânsito. A prática faz parte da rotina da cobertura jornalística na cidade, que possui um tráfego aéreo intenso sobre suas áreas urbanas.
Aqui em Minas, a cobertura aérea também marca a história do jornalismo: cobertura aérea em Minas Gerais é tema recorrente entre profissionais que acompanham ocorrências no interior e na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Quem cobre tragédias sabe que a rotina exige protocolos rígidos, e cada acidente como esse reacende o debate sobre os limites da cobertura ao vivo.