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Gabriela Ozório se assume como artista no EP 'Cores d'água'

ResumoGabriela Ozório se assume como artista no EP 'Cores d'água', lançado com seis faixas e 25 minutos de duração. A produção ocorreu em Juiz de Fora, marcando a transição de quem sempre cantou para uma posição profissional. O trabalho consolida a identidade musical da cantora, que antes não se levava a sério no cenário artístico.

Gabriela Ozório sempre cantou, mas demorou a se levar a sério como artista. Agora, ela se assume no EP 'Cores d'água', com seis faixas e 25 minutos, produzido em Juiz de Fora.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 03 de agosto de 2026 · 3 min de leitura
Gabriela Ozório se assume como artista no EP 'Cores d'água'

Gabriela Ozório se assume como artista no EP de estreia 'Cores d'água'

Gabriela Ozório sempre esteve cantando. Suas primeiras lembranças são de apresentações. Mas ela demorou a "se levar a sério" como artista, até perceber que precisava dar voz ao sonho, que se materializou no EP "Cores d'água", produzido em Juiz de Fora e já lançado nas plataformas.

O que é o EP 'Cores d'água'? É o primeiro trabalho de Gabriela Ozório, com seis faixas e 25 minutos de duração. Ela compôs e produziu as canções com Bernardo Bara, no estúdio LaDoBe, em Juiz de Fora. O processo de produção levou seis meses.

O processo de composição: mergulho no sentimento

As letras e as melodias costumam vir juntas, de madrugada, quando Gabriela não consegue tirar algo da cabeça. Algumas músicas já vêm totalmente prontas, como "Tudo nós"; outras, como a faixa-título "Cores d'água", levam meses para serem finalizadas. "É preciso mergulhar fundo no sentimento ao longo do processo", explica, e muitas de suas ideias vêm dos sonhos.

O processo não foi linear. Muitas letras já acompanhavam Gabriela em outras fases da vida. Para ela, "foi um parto" colocar o álbum no mundo, principalmente porque demandou coragem. A produção levou seis meses, uma correria, mas também uma experiência prazerosa.

Quem participou do EP

Além de compor e gravar, Gabriela se encantou pelo processo de produção e por receber diferentes músicos. Artistas da região como Renato da Lapa, Eduardo Yroxe, Pedro Brum, Augusto Vargas e Daniel Carvalho, além de mineiros como Vasco Jean Azevedo, João Luiz Rezende e Ciro Bellucci marcaram presença nas faixas.

A masterização ficou com Rodolfo "Ambivalente" Ribeiro, e Nathan Itaborahy colaborou na engenharia de gravação. Os arranjos foram de Fiôra e Pedro Dias, responsáveis por baixo, piano, teclados, violão e guitarra.

Referências que coloriram o trabalho

Entre arranjos que embalam, melodias precisas e letras com forte lirismo, as inspirações de Gabriela aparecem. Ela cita Marisa Monte, Milton Nascimento, Marina Sena, Silvana Estrada, Gal Costa, Cícero, Billie Eilish, Lizzy McAlpine, Djavan e Tim Bernardes. Outra referência é Augusto Vargas, da banda juiz-forana Varanda, que participou do trabalho.

A Bituca como divisor de águas

Natural de Belo Horizonte, Gabriela viu a chance de ingressar na Bituca, Universidade de Música Popular, em Barbacena, como oportunidade única. "A Bituca me formou em muitos aspectos", diz, destacando a criatividade nos corredores da escola. Foi lá que ela se entendeu como artista, percebendo que precisava ser o que se é de forma verdadeira.

A Bituca também a ligou aos músicos que hoje fazem parte de sua banda, além das amizades que leva para os próximos passos.

A estreia ao vivo e os próximos passos

A primeira apresentação de "Cores d'água" aconteceu em Juiz de Fora, no Cine-Theatro Central, com Gabriela e um trio de instrumentistas tocando as seis faixas e releituras de outras canções. Agora, o EP deve rodar. "Tenho vontade de levar o EP para outros lugares também, deixar a obra respirar", finaliza, embarcando de vez na carreira musical.

Perguntas Frequentes

Onde foi produzido o EP 'Cores d'água'?

O EP foi produzido em Juiz de Fora, no estúdio LaDoBe, com produção de Gabriela Ozório e Bernardo Bara.

Quantas faixas tem o EP?

O EP tem seis faixas, totalizando 25 minutos de duração.

Quem participou do EP?

Participaram artistas como Renato da Lapa, Eduardo Yroxe, Pedro Brum, Augusto Vargas e Daniel Carvalho, além de Vasco Jean Azevedo, João Luiz Rezende e Ciro Bellucci. A masterização foi de Rodolfo "Ambivalente" Ribeiro.

Onde foi a primeira apresentação?

A primeira apresentação foi no Cine-Theatro Central, em Juiz de Fora, com um trio de instrumentistas.

Qual a importância da Bituca para Gabriela?

A Bituca, Universidade de Música Popular em Barbacena, foi um divisor de águas, onde ela se entendeu como artista e formou sua banda.

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