Frescato Charcutaria Artesanal participa do Sevar 2026
A Frescato Charcutaria Artesanal, de Borda da Mata, marcou presença no Sevar 2026, em Pouso Alegre, nos dias 26 e 27 de agosto. A ida ao evento só foi possível depois do Selo Arte, certificação do MAPA que abre as portas do mercado nacional.
A Frescato Charcutaria Artesanal, de Borda da Mata, esteve no Sevar 2026, o Super Encontro Varejista, realizado nos dias 26 e 27 de agosto no Summit Hall, em Pouso Alegre. O evento é promovido pela Associação Mineira de Supermercados (AMIS) e reuniu empresários, fornecedores e profissionais do varejo em palestras, feira de negócios e rodadas de relacionamento comercial.
O que mudou para a Frescato foi o passaporte para entrar nessa conversa: o Selo Arte, certificação concedida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). O selo reconhece produtos alimentícios de origem animal feitos de forma artesanal e comprova produção responsável e segura. Mais que um carimbo, ele libera a comercialização dos produtos em todo o território nacional, algo que antes não estava garantido para uma charcutaria de município pequeno.
No estande, a empresa apresentou seus produtos, com destaque para a Linguiça Mineira da Borda. O nome homenageia o município, e o diferencial é o tempero borda-matense, que leva a identidade da cidade para quem prova.
O Sevar 2026 também abriu portas comerciais. A Frescato ampliou contatos e mostrou seus produtos a representantes do varejo. O evento contou com o Circuito Mineiro de Oportunidades e Negócios, iniciativa ligada ao programa Vem de Minas, que aproxima pequenos empreendimentos, agroindústrias, cooperativas e negócios familiares de compradores e empresas do setor.
Para quem acompanha o dia a dia de Borda da Mata, a presença no Sevar representa mais um passo na expansão da empresa e na divulgação do município. Produtos artesanais feitos ali podem conquistar mercados em Minas Gerais e no restante do Brasil. A pergunta que fica é quanto dessa vitrine vira pedido concreto nos próximos meses, e se outras agroindústrias da região seguem o mesmo caminho do Selo Arte para sair da venda local.