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Artur Jorge explica por que não substituiu Villalba em clássico

ResumoArtur Jorge explicou a manutenção de Villalba no clássico contra o Atlético, apesar do cartão amarelo, por confiar na disciplina tática do jogador. A decisão visava preservar a estrutura defensiva da equipe, mas resultou em expulsão no segundo tempo. O treinador assumiu o risco calculado, priorizando o equilíbrio coletivo sobre a troca imediata.

Artur Jorge responde por que não substituiu Villalba no intervalo do clássico contra o Atlético, apesar do amarelo; entenda a decisão e a expulsão.

Vânia Drummond
Vânia Drummond Repórter de Cultura Mineira · 02 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Artur Jorge explica por que não substituiu Villalba em clássico

Artur Jorge, técnico do Cruzeiro, explicou por que não substituiu Villalba no intervalo do clássico contra o Atlético, apesar de o lateral já estar amarelado. A decisão, tomada na eliminação da Copa do Brasil, terminou com a expulsão do argentino no segundo tempo, deixando a Raposa com um jogador a menos por mais de 30 minutos.

Em entrevista coletiva após o jogo, o treinador afirmou que confiava na capacidade de Villalba em "dosar" as chegadas em campo, evitando o segundo cartão. Outro motivo foi o pedido de Wesley, atacante que solicitou saída por desgaste. "Nós fizemos uma substituição direta três, quatro minutos antes, por desgaste do Wesley, mantendo a mesma característica dos jogadores como o Kenji naquele lado esquerdo", detalhou.

Artur Jorge também argumentou que, se fosse pelo critério do cartão amarelo, teria que tirar também Kaio e Otávio, que estavam na mesma condição. "Nós fizemos 13 faltas e tivemos sete cartões amarelos", completou, defendendo que a expulsão não foi o único fator para a derrota. "Ninguém ganha os jogos por lá, nenhum. Os jogos se ganham no seu coletivo", pontuou.

Apesar de reconhecer que poderia ter tomado decisão melhor, o comandante manteve a convicção de que, naquele momento, preservar Villalba era a escolha mais acertada. A eliminação, no entanto, escancara a fragilidade do elenco em jogos decisivos, algo que a comissão técnica terá que corrigir rapidamente para as próximas competições.

Para o torcedor, fica a reflexão sobre o limite entre confiança e risco em partidas eliminatórias. A gestão de cartões, como mostrou o clássico, pode definir o resultado tanto quanto a qualidade técnica em campo. como o Cruzeiro se prepara para os próximos desafios

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