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Conduzindo Miss Martino: musical sobre cantora em crise amorosa

ResumoConduzindo Miss Martino é um musical dirigido por Leonardo Fernandes, com Fabíola Protzner e Pedro Vianna, que estreia em sessão única nesta sexta-feira (4/9). A trama acompanha uma cantora que descobre uma traição durante uma viagem de Belo Horizonte ao Rio de Janeiro, usando músicas do rádio como fio condutor emocional da crise amorosa.

Em 'Conduzindo Miss Martino', uma cantora descobre traição durante viagem de BH ao Rio e as músicas do rádio viram fio condutor emocional. Estreia de Leonardo Fernandes na direção de musicais, com Fabíola Protzner e Pedro Vianna, tem sessão única nesta sexta (4/9).

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 03 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Conduzindo Miss Martino: musical sobre cantora em crise amorosa

Uma cantora de sucesso contrata um motorista para levá-la de Belo Horizonte ao Rio de Janeiro, onde vai se apresentar em uma grande rádio. Logo no início da viagem, ela recebe a notícia de que foi traída. As músicas que tocam no rádio do carro deixam de ser passatempo e viram o fio condutor emocional da personagem, que decide tomar uma decisão definitiva durante o percurso. Esse é o eixo de "Conduzindo Miss Martino", estreia de Leonardo Fernandes na direção de musicais, com sessão nesta sexta-feira (4/9), às 20h, no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas.

Escrito por Lucas Vasconcellos, com direção musical de André Brant, regente residente da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, o espetáculo mostra o impacto da música na vida das pessoas. No palco, a soprano Fabíola Protzner interpreta Vitória de Martino, que descobre a traição do companheiro às vésperas da viagem. Ela contrata o motorista Francisco Maria (barítono Pedro Vianna), fã confesso que não a reconhece. Ao longo da noite, os dois escutam as 10 canções mais requisitadas da época. A relação se transforma aos poucos, e Francisco revela o valor simbólico do carro, herança do pai.

A trilha inclui 12 músicas, como "Naquela mesa", popularizada por Nelson Gonçalves; "O mundo é um moinho", de Cartola; "Mas que nada", de Jorge Ben Jor; e "Estrada do sol", de Tom Jobim e Dolores Duran. As canções aparecem como números musicais com uma pequena orquestra de cordas, sopro e percussão.

O cenário, também assinado por Fernandes, traz um automóvel conversível de 1928, com mais de 1 tonelada, que exigiu reforço da estrutura do palco com 22 escoras. "É um cenário muito limpo porque eu queria destacar esse vazio que existe nos personagens", diz o diretor.

Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), à venda na bilheteria e pelo Sympla. Mais informações: (31) 3516-1360. musicais em cartaz em Belo Horizonte

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