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Cinderela do Rock in Rio resgata sapato rosa-choque

ResumoGiullia Pessanha, de 28 anos, perdeu um sapato plataforma rosa-choque na Cidade do Rock durante o Rock in Rio e o recuperou neste domingo (13). A equipe de sustentabilidade do festival encontrou o calçado na triagem de resíduos após a influenciadora fazer um apelo nas redes sociais.

Giullia Pessanha, de 28 anos, perdeu o sapato plataforma rosa-choque na Cidade do Rock, fez apelo nas redes e resgatou o calçado neste domingo (13), após a equipe de sustentabilidade achá-lo na triagem de resíduos.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 14 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Cinderela do Rock in Rio resgata sapato rosa-choque

A perda do sapato plataforma rosa-choque na Cidade do Rock terminou em reencontro. Giullia Pessanha, de 28 anos, resgatou o calçado neste domingo (13), após dias procurando informações sobre o paradeiro do acessório que sumiu durante o Rock in Rio.

O sapato havia sido encontrado pela equipe de sustentabilidade na área de gestão de resíduos do evento, na sexta-feira (11). Só no domingo, porém, Giullia conseguiu buscar o calçado com a equipe do festival.

Como o sapato foi parar na triagem de resíduos

Segundo apurou o g1, a equipe descobriu que o sapato plataforma foi colocado em uma lixeira por alguém. Como o calçado estava em boas condições, os funcionários o separaram durante a triagem dos materiais. O item não seguiu o fluxo comum do descarte.

O caso ganhou tração depois que Giullia publicou um vídeo nas redes sociais pedindo ajuda para encontrar o sapato. Ela contou que procurava pelo calçado e fez o apelo logo após perder o acessório na Cidade do Rock. A repercussão rendeu o apelido de Cinderela do Rock in Rio.

O que mudou até o resgate

A sequência é simples de reconstituir: perda no festival, apelo público, achado na gestão de resíduos na sexta (11) e retirada neste domingo (13). O intervalo entre o achado e a devolução mostra que o circuito de recuperação de objetos depende de alguém notar o item e acionar a triagem, não de um sistema automático de busca.

Para quem frequenta festival de grande porte, o episódio serve de lembrete prático: objetos perdidos em áreas de descarte têm chance real de sumir de vez, porque o destino natural é a compactação ou o aterro. No caso de Giullia, o calçado escapou desse fim por estar em boas condições e ter sido separado a tempo.

O desfecho também joga luz sobre o trabalho da equipe de sustentabilidade, que faz a triagem dos materiais recolhidos. É nessa etapa que itens com valor de uso são separados do lixo comum. Sem esse filtro, o sapato rosa-choque não teria voltado para a dona.

Giullia não informou se pretende usar o calçado em uma próxima edição do festival. O que se sabe é que o par voltou para casa depois de passar pela lixeira e pela triagem, um trajeto pouco provável para um objeto perdido em evento de multidão.

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