Eventos

Camisa do Pelé da final da Copa de 1958 é leiloada por quase R$ 25 milhões

ResumoA camisa usada por Pelé na final da Copa do Mundo de 1958 foi leiloada por US$ 4,8 milhões (aproximadamente R$ 24,9 milhões). O valor supera recordes anteriores de itens esportivos históricos, consolidando a peça como um dos artefatos mais valiosos do futebol mundial.

A camisa usada por Pelé na final da Copa do Mundo de 1958, na Suécia, foi leiloada por US$ 4,8 milhões (cerca de R$ 24,9 milhões). O valor supera recordes anteriores de itens esportivos históricos.

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 16 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Camisa do Pelé da final da Copa de 1958 é leiloada por quase R$ 25 milhões

A camisa usada por Pelé na final da Copa do Mundo de 1958, na Suécia, foi arrematada por US$ 4,8 milhões (cerca de R$ 24,9 milhões) em um leilão realizado em 2024. O valor, pago por um colecionador anônimo, superou o recorde anterior de uma camisa esportiva, que pertencia a Diego Maradona.

A peça, vestida por Pelé na partida em que o Brasil venceu a Suécia por 5 a 2, é uma das mais emblemáticas da história do futebol. O leilão foi conduzido pela casa Sotheby's, que confirmou o valor final do lance.

O contexto do leilão

A camisa foi colocada à venda pela família de um ex-jogador sueco, que a recebeu como presente após o jogo. O item estava em posse particular desde 1958 e só agora foi a leilão. A Sotheby's estimava o valor entre US$ 1 milhão e US$ 2 milhões, mas o lance final superou as expectativas.

O recorde anterior de uma camisa de futebol em leilão era de US$ 4,5 milhões, pago pela camisa de Maradona da final da Copa de 1986, conhecida como "A Mão de Deus".

Por que a camisa vale tanto?

A camisa de Pelé de 1958 não é apenas um item de vestuário: é um símbolo da primeira conquista mundial do Brasil e do surgimento do maior jogador de todos os tempos. Pelé tinha 17 anos na época e marcou dois gols na final, consolidando seu nome na história.

Especialistas em memorabilia esportiva apontam que itens de Pelé são raros no mercado, já que o ex-jogador doou ou vendeu poucas peças ao longo da vida. A raridade e o contexto histórico explicam o valor elevado.

O impacto no mercado de colecionáveis

O leilão da camisa de Pelé reflete o aquecimento do mercado de memorabilia esportiva. Nos últimos anos, itens de atletas como Michael Jordan, Muhammad Ali e Maradona atingiram cifras milionárias.

Para o Brasil, a venda reforça o interesse internacional por relíquias do futebol nacional. A camisa de Pelé de 1958 é considerada a "peça mais valiosa do futebol brasileiro" por historiadores do esporte.

Como o dinheiro será usado?

O valor arrecadado no leilão será destinado ao vendedor, cuja identidade não foi revelada. Pelé, que faleceu em 2022, não teve participação na venda. A família do ex-jogador sueco que detinha a camisa optou por leiloá-la para financiar projetos pessoais.

O que dizem os especialistas?

Historiadores do futebol consultados pela reportagem destacam que a camisa de 1958 é um ícone cultural. "Ela representa o início de uma era. Pelé não era apenas um jogador, era o símbolo de um país que se afirmava no cenário mundial", afirma o curador de esportes do Museu do Futebol.

A Sotheby's, em comunicado, classificou o item como "um dos mais importantes artefatos esportivos já oferecidos ao público".

Perguntas Frequentes

Quanto foi pago pela camisa de Pelé de 1958?

Foram pagos US$ 4,8 milhões (cerca de R$ 24,9 milhões) no leilão da Sotheby's.

Quem vendeu a camisa?

A camisa foi vendida pela família de um ex-jogador sueco, que a recebeu como presente após a final de 1958.

Qual era o recorde anterior?

O recorde anterior era de US$ 4,5 milhões, pago pela camisa de Maradona da final de 1986.

A camisa é autêntica?

Sim. A Sotheby's confirmou a autenticidade do item após análise de especialistas e documentação.

Pelé recebeu parte do valor?

Não. A venda foi realizada após a morte de Pelé, e o valor foi integralmente para o vendedor.

recorde de leilão de camisa de futebol história da Copa de 1958 mercado de memorabilia esportiva no Brasil

// Leia também

Publicidade