Beatriz Granha lança livro de poemas íntimo e sensorial
Beatriz Mouchrek Granha, jornalista formada na UFOP, lança o livro de poemas 'Fui ruína por onde a luz passou'. A pré-venda já está aberta e o lançamento será em Belo Horizonte. A obra atravessa cinco movimentos de reconstrução.
Beatriz Granha lança livro de poemas com linguagem íntima e sensorial
Beatriz Mouchrek Granha, jornalista formada na UFOP com passagem pelo Jornal O ESPETO, lança o livro de poemas "Fui ruína por onde a luz passou". A pré-venda já está aberta e o lançamento será em Belo Horizonte.
A obra acompanha uma travessia em cinco movimentos: o amor que consome, o desenho das linhas da perda, a dor profunda do corpo que fica, a tempestade que reorganiza e o renascimento que devolve a identidade. Com linguagem íntima e sensorial, os poemas criam metáforas com fenômenos da natureza, traduzidas em uma experiência sensível, potente e transformadora de reconstrução.
A poesia nasce do corpo, da memória e dos afetos
Beatriz encontrou na poesia a liberdade para tensionar a precisão da palavra com a emoção que transborda o rigor jornalístico. Seus textos nascem do corpo, da memória e dos afetos, e surgem em guardanapos, páginas de diários e margens de cadernos, tentando acompanhar a urgência de sua forma intensa de existir, amar e criar.
A autora acredita na força indomável da mulher que já se perdeu no amor, dona de um corpo que ainda lembra, mas cujo coração cultiva a coragem de permanecer em si mesma.
Cinco movimentos de reconstrução
Estruturado como um percurso contínuo, o livro explora o incêndio da fusão com o outro, a ferida das conexões disfuncionais, o que resta dos amores que desmoronam, a beleza do que mora entre ruína e recomeço e a coragem de deixar que a luz atravesse as próprias rachaduras.
A voz da autora em versos
"Eu não sou frágil, eu sinto muito", escreve Beatriz. Em seus poemas, ela descreve a dor como vidro atravessando a pele e as lágrimas como um rio furioso, mas também celebra a alegria extravagante que encharca o que está à volta. "Meu amor se derrama cuidadoso e paciente banhando cada pedacinho do que escolhi amar, todos os dias."
A autora reflete sobre a transformação: "O luto é um casulo, e o tempo que se passa lá dentro é tão natural quanto necessário". Ela afirma que a transformação é dolorida e poderosa, e que está pronta.
O poder de escrever sobre si mesma
Beatriz defende que é poderoso escrever sobre si mesma, sobre quem te fez feliz e quem te machucou. "A forma como contamos nossas histórias importam", diz. Ela reconhece que já escreveu uma centena de poemas doloridos sobre um amor doente, mas ainda não é capaz de escrever sobre um amor lindo e único, e tudo bem.
Uma língua que sabe o que é saudade
A autora celebra a língua portuguesa como a única que sabe o que é saudade, esse vão recheado de memórias. Em seus versos, ela fala da beleza de estar viva, da potência de ser quem sou e da persistência em nutrir um amanhã mais bonito. "Estou exausta de páginas molhadas de lágrimas, escritas por mãos trêmulas", escreve, mas afirma que o sangue continua correndo nas veias e que é hora de honrar esses movimentos.
"Sou oceano e mereço mergulho em profundidade", conclui a poeta, em constante expansão.
Como participar do lançamento
A pré-venda do livro já está aberta e o lançamento será em Belo Horizonte. Quem quiser garantir um exemplar pode acessar o link de pré-venda divulgado pela autora.
Perguntas Frequentes
Quem é Beatriz Granha?
Beatriz Mouchrek Granha é jornalista formada na UFOP, com passagem pelo Jornal O ESPETO, e lança seu primeiro livro de poemas.
Qual é o título do livro?
O livro se chama "Fui ruína por onde a luz passou".
Onde será o lançamento?
O lançamento será em Belo Horizonte, e a pré-venda já está aberta.
Quais temas o livro aborda?
A obra percorre cinco movimentos: amor que consome, perda, dor do corpo, tempestade e renascimento, com linguagem íntima e sensorial.
Como comprar o livro?
A pré-venda está disponível pelo link divulgado pela autora, com lançamento presencial em Belo Horizonte.