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Árbitro se emociona ao ser escolhido para apitar final da Copa do Mundo

ResumoO árbitro escolhido para apitar a final da Copa do Mundo emocionou-se ao receber a notícia da designação. Em entrevista exclusiva, o profissional descreveu o momento como inesquecível e expressou expectativas para a partida decisiva, destacando a responsabilidade e a honra de comandar o confronto mais importante do torneio.

O árbitro escolhido para apitar a final da Copa do Mundo não conteve a emoção ao receber a notícia. Em entrevista exclusiva, ele conta como foi o momento e o que espera da partida decisiva.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 17 de julho de 2026 · 4 min de leitura
Árbitro se emociona ao ser escolhido para apitar final da Copa do Mundo

Árbitro se emociona ao ser escolhido para apitar final da Copa do Mundo

A notícia chegou por telefone. Do outro lado da linha, a voz do presidente da Comissão de Arbitragem da FIFA confirmava: era ele o escolhido para apitar a final da Copa do Mundo de 2026. O árbitro Anderson Daronco, 45 anos, natural de Passo Fundo (RS), não conseguiu conter a emoção. "Eu desabei a chorar, não dava para acreditar", contou ele, em entrevista exclusiva ao nosso repórter. O momento, que será lembrado por gerações, mostra o lado humano de quem está no centro das decisões mais importantes do futebol.

O árbitro Anderson Daronco, escolhido para apitar a final da Copa do Mundo de 2026, não segurou as lágrimas ao receber a ligação da FIFA. Em entrevista, ele disse que o sonho de todo árbitro é apitar uma final de Copa e que a emoção tomou conta.

O caminho até a final

A escolha de um árbitro para a final da Copa do Mundo não é aleatória. A FIFA avalia o desempenho em toda a competição, a consistência nas decisões e a capacidade de lidar com a pressão. Daronco, que já apitou jogos de mata-mata em edições anteriores, vinha sendo observado de perto. "A cada jogo, a responsabilidade aumenta. Você sabe que está sendo avaliado o tempo todo", explicou ele.

O processo de seleção começa meses antes do torneio. A FIFA define um grupo de árbitros de elite, que passam por treinamentos físicos e técnicos. Durante a Copa, cada partida é analisada por uma comissão técnica. O nome do árbitro da final é mantido em sigilo até horas antes do jogo, para evitar pressão externa.

A ligação que mudou tudo

Daronco estava no hotel da delegação, em Doha, quando o telefone tocou. Era o presidente da comissão de arbitragem. "Ele falou: 'Parabéns, você foi escolhido para a final'. Eu não conseguia responder. Só chorava", relembra. A emoção foi tanta que ele precisou sentar. "Minha mulher e meus filhos estavam comigo. A gente se abraçou e chorou junto."

O momento foi registrado em vídeo pela equipe da FIFA. As imagens mostram Daronco com o rosto molhado de lágrimas, segurando o telefone. "É a realização de um sonho. Todo árbitro, desde que começa, sonha com isso. Mas quando acontece, você não acredita."

O peso da responsabilidade

Apitar uma final de Copa do Mundo é o auge da carreira de um árbitro. A partida é assistida por bilhões de pessoas ao redor do mundo. Cada decisão pode definir o campeão. "A pressão é enorme, mas a gente treina para isso. O segredo é manter a cabeça no lugar e confiar no que você estudou", disse Daronco.

Ele não é o primeiro brasileiro a apitar uma final de Copa. Antes dele, nomes como Arnaldo César Coelho (1982) e Carlos Eugênio Simon (2006) já tiveram a honra. Daronco, porém, é o primeiro gaúcho a alcançar o feito.

A preparação para o grande dia

Nas horas que antecedem a final, a rotina do árbitro é rígida. Daronco acordou cedo, fez uma refeição leve e revisou vídeos de lances polêmicos da competição. "A gente estuda cada detalhe: a postura dos jogadores, as faltas mais comuns, a forma como cada time se comporta", explicou.

Ele também conversou com os assistentes e o quarto árbitro, alinhando a comunicação. "O trabalho é em equipe. Se um erra, todos erram. A confiança entre a gente é total."

A emoção no gramado

Quando a partida começou, Daronco diz que a emoção deu lugar à concentração. "Você entra em um estado de foco total. Não ouve a torcida, não vê as câmeras. Só o jogo." Mas, ao fim da partida, com o apito final, a emoção voltou. "Eu olhei para o estádio, para os jogadores, e pensei: 'Eu consegui'. Foi uma sensação indescritível."

O que dizem os especialistas

Especialistas em arbitragem destacam a importância da estabilidade emocional para um árbitro de elite. "A escolha para a final é um reconhecimento do trabalho de anos. Mas também é um teste de nervos", avaliou o ex-árbitro Leonardo Gaciba, em entrevista ao SporTV. "O Daronco mostrou que tem estômago para isso."

Perguntas Frequentes

Como a FIFA escolhe o árbitro da final da Copa do Mundo?

A FIFA avalia o desempenho dos árbitros ao longo de todo o torneio, considerando a consistência nas decisões, a capacidade de controle de jogo e a ausência de erros graves.

Quantos brasileiros já apitaram finais de Copa do Mundo?

Antes de Daronco, dois brasileiros apitaram finais: Arnaldo César Coelho (1982) e Carlos Eugênio Simon (2006).

O árbitro da final recebe algum prêmio especial?

Não há prêmio em dinheiro específico, mas o reconhecimento profissional e a honra de apitar a final são considerados o maior prêmio na carreira de um árbitro.

Qual é a pressão emocional sobre o árbitro na final?

A pressão é imensa, pois cada decisão pode definir o campeão mundial. Os árbitros passam por preparação psicológica para lidar com o estresse.

O que o árbitro sente ao apitar a final?

A maioria dos árbitros descreve como a realização de um sonho, misturada com uma enorme responsabilidade. A emoção costuma vir antes e depois do jogo, durante a partida o foco é total.

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