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Alunos protestam em Calcutá em apoio ao movimento das baratas na Índia

ResumoA Federação de Estudantes da Índia realizou um protesto em Calcutá em apoio ao movimento das baratas (CJP). O ato contestou o vazamento de provas de medicina que prejudicou mais de 2 milhões de estudantes. Os manifestantes exigiram a renúncia do Ministro da Educação, Dharmendra Pradhan.

Membros da Federação de Estudantes da Índia organizaram um protesto em Calcutá em apoio ao movimento das baratas (CJP), contra o vazamento de provas de medicina que afetou mais de 2 milhões de estudantes. Eles exigiram a renúncia do Ministro da Educação, Dharmendra Pradhan.

Ronaldo Pimenta
Ronaldo Pimenta Repórter de Esporte Mineiro · 20 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Alunos protestam em Calcutá em apoio ao movimento das baratas na Índia

Protestos em Calcutá e Nova Délhi: o que está por trás do movimento das baratas na Índia

Membros da Federação de Estudantes da Índia, uma das maiores organizações estudantis ligadas a partidos de esquerda, organizaram um protesto na zona leste de Calcutá na segunda-feira (20). O ato apoiou a manifestação do grupo CJP (Partido Cockroach Janta), conhecido como movimento "das baratas", contra o vazamento de provas.

O movimento das baratas (CJP) surgiu após o vazamento, em maio, das provas do exame nacional de admissão às faculdades de medicina. O episódio afetou mais de 2 milhões de estudantes, que tiveram de refazer o teste. A situação gerou grande descontentamento entre os alunos.

Os estudantes manifestantes exigiram a renúncia do Ministro da Educação da Índia, Dharmendra Pradhan. Sob sua gestão, houve o vazamento de provas cruciais, o que levou ao cancelamento dessas avaliações. Em Calcutá, os estudantes entoaram bordões e críticas direcionadas ao governo, exigindo a saída de Pradhan.

A repressão em Nova Délhi

Enquanto isso, na capital Nova Délhi, a polícia usou gás lacrimogêneo e cassetetes contra alguns manifestantes ao tentar dispersar grandes multidões que haviam se reunido para uma marcha em direção ao Parlamento indiano. A polícia local negou o uso de força excessiva, afirmando que o protesto estava sendo "conduzido de forma profissional".

O caso Sonam Wangchuk e o novo fôlego do movimento

O movimento ganhou novo fôlego repentinamente depois que as autoridades indianas transferiram o ativista Sonam Wangchuk, que estava em greve de fome, para um hospital público, apesar de sua resistência. A medida reacendeu a indignação entre os jovens.

Consequências trágicas

Cerca de 12 estudantes tiraram a própria vida após o vazamento das provas, segundo relatos da imprensa. O número reflete a gravidade do impacto emocional causado pelo episódio.

O que analistas dizem sobre o CJP

Segundo analistas, o CJP reflete a frustração dos jovens indianos com questões como o alto desemprego juvenil e os frequentes vazamentos de provas de exames. O movimento "das baratas" se tornou um símbolo da insatisfação de uma geração que enfrenta barreiras estruturais no acesso à educação e ao mercado de trabalho.

Perguntas Frequentes

O que é o movimento das baratas na Índia?

É um movimento de protesto liderado pelo grupo CJP (Partido Cockroach Janta), que surgiu após o vazamento das provas do exame nacional de admissão às faculdades de medicina em maio.

Quem organizou os protestos em Calcutá?

Os protestos foram organizados por membros da Federação de Estudantes da Índia, uma das maiores organizações estudantis ligadas a partidos de esquerda.

O que os manifestantes exigem?

Os manifestantes exigem a renúncia do Ministro da Educação da Índia, Dharmendra Pradhan, responsabilizado pelo vazamento das provas.

Quantos estudantes foram afetados pelo vazamento?

Mais de 2 milhões de estudantes foram afetados e tiveram que refazer o teste de admissão.

Houve mortes relacionadas ao vazamento?

Sim. Cerca de 12 estudantes tiraram a própria vida após o vazamento das provas, segundo relatos da imprensa.

O que aconteceu com o ativista Sonam Wangchuk?

As autoridades indianas transferiram Sonam Wangchuk, que estava em greve de fome, para um hospital público, contra sua vontade, o que deu novo impulso ao movimento.

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