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25 anos do 11 de Setembro: o atentado e o mundo

Há exatamente 25 anos, imagens que pareciam pertencer a um filme passaram a ser transmitidas ao vivo para o mundo inteiro. Aviões comerciais atingiram as Torres Gêmeas, em Nova York, pessoas tentaram escapar do fogo e, pouco depois, dois dos edifícios mais conhecidos da cidade desabaram diante das câmeras. Nesta sexta-feira (11), os Estados Unidos voltam ao centro das atenções ao marcar os 25 anos do 11 de Setembro, o atentado que mudou o país e o mundo.

A cena que atravessou gerações não foi efeito especial. Foi transmissão em tempo real, vista por quem estava em casa, no trabalho ou na rua, e repetida à exaustão nas duas décadas e meia seguintes. O impacto não ficou restrito a Manhattan: mudou a forma como o mundo passou a olhar para segurança, aviação civil e para o próprio cotidiano urbano.

O que se viu naquele dia

O roteiro do que as câmeras captaram é direto e trágico. Aviões comerciais atingiram as Torres Gêmeas. Houve pessoas tentando escapar do fogo. Em seguida, dois dos edifícios mais conhecidos de Nova York desabaram. A sequência, exibida ao vivo, transformou o ataque em um acontecimento global, não apenas americano.

Vinte e cinco anos depois, a data volta como marco de memória e de mudança. Nesta sexta-feira (11), os Estados Unidos retomam as imagens que, segundo a própria matéria original, pareciam pertencer a um filme. A diferença é que, um quarto de século mais tarde, elas já fazem parte do repertório coletivo de quem viu ao vivo e de quem só conhece os registros.

Para quem acompanha cultura e patrimônio, a efeméride também lembra que Nova York perdeu, naquele dia, parte de sua paisagem mais reconhecível. As Torres Gêmeas não eram só símbolo de uma cidade: eram endereço de trabalho, ponto de referência e imagem que o mundo associava aos Estados Unidos. O desabamento diante das câmeras encerrou essa presença física e abriu outra, feita de memória e de reconstrução.

Nesta sexta-feira (11), vale voltar às imagens com atenção ao que elas mostram e ao que silenciam. A transmissão ao vivo não explicou causas nem apontou responsáveis naquele momento. Mostrou o fato, e o fato, 25 anos depois, continua sendo o ponto de partida para entender o que mudou nos Estados Unidos e no mundo.

Vânia Drummond
Repórter de Cultura Mineira
De Ouro Preto, cobre cultura e patrimônio de Minas, do barroco ao festival de inverno com olhar afetivo.
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