Comunidade

Renan Santos: 'O sangue que tem que jorrar é o do bandido'

ResumoRenan Santos, fundador do MBL, defendeu em entrevista à TV Globo na quarta-feira (26/8) a tese de "banho de sangue" contra criminosos, afirmando que "o sangue que tem que jorrar é o do bandido". O ativista citou jovens negros como principais vítimas da violência urbana, reiterando posição polêmica sobre segurança pública.

Em entrevista à TV Globo na quarta-feira (26/8), Renan Santos (Missão) voltou a defender 'banho de sangue' contra criminosos. Fundador do MBL disse que 'o sangue que tem que jorrar é o do bandido' e citou jovens negros como principais vítimas.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 27 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
Renan Santos: 'O sangue que tem que jorrar é o do bandido'

O candidato à Presidência da República, Renan Santos (Missão), voltou a defender um "banho de sangue" contra criminosos no país caso seja eleito. A declaração foi dada em entrevista à TV Globo na noite desta quarta-feira (26/8).

Fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), Santos argumentou que "já existe banho de sangue, mas contra inocentes": "Eu acho que o sangue que tem que jorrar é o do bandido".

"As pessoas do Brasil estão implorando para que a gente faça justiça contra essas figuras terríveis, esses demônios que estão matando a gente. E cabe ao presidente da República liderar as pessoas nessa guerra", disse.

O candidato afirmou ainda que as pessoas no Brasil "morrem como se fossem bicho" e destacou que as principais vítimas são jovens negros nas favelas e cidades mais pobres. "Falo do banho de sangue. Pode não ser a palavra mais bonita para a pessoa que está assistindo em casa, mas é a única coisa que eu posso fazer como resposta a alguém que está com uma arma apontada a uma pessoa", justificou.

A fala de Renan Santos reacende o debate sobre segurança pública na reta final da campanha. Para quem vive no interior de Minas, a discussão chega com peso: muitas cidades pequenas sentem o reflexo da violência urbana sem ter estrutura para reagir. segurança pública no interior O que fica é a pergunta: até onde vai o discurso de endurecimento penal sem virar incentivo à violência?

A entrevista ocorre em um momento em que pesquisas apontam cenário polarizado para o segundo turno. pesquisa eleitoral 2026 O candidato, porém, não apresentou números ou propostas concretas para reduzir a criminalidade, limitando-se à defesa de uma resposta dura contra o crime.

// Leia também

Publicidade