Queijos autorais da Cruzília acumulam 161 medalhas
Os queijos autorais da Cruzília somam 161 medalhas em concursos no Brasil e no exterior. A marca, que completa 78 anos em 2026, construiu essa trajetória unindo referências da queijaria europeia às características da Serra da Mantiqueira, conforme a empresa.
A história começou em 1948, com uma pequena banca no Mercado Municipal de São Paulo. No fim da década de 1980, a empresa inaugurou laticínio próprio em Cruzília, no sul de Minas, aproveitando a planta original de uma fábrica de 1920, quando imigrantes dinamarqueses iniciaram na região a produção de queijos de tradição europeia. Esse conhecimento foi incorporado às características locais e virou base para receitas próprias.
Em 2025, a Cruzília recebeu 23 premiações em competições como Mondial du Fromage, World Cheese Awards, ExpoQueijo e Concurso Nacional Queijo Brasil. Em 2026, foram mais seis medalhas no Mundial do Queijo do Brasil, incluindo uma de ouro.
"O conhecimento que chegou ao Brasil com os imigrantes europeus encontrou na Serra da Mantiqueira condições únicas para evoluir", afirma Wagner Brilhante, CEO da UltraCheese.
Entre os produtos estão Azul de Minas, Versos de Minas, Santo Casamenteiro, A Lenda e Serra da Mantiqueira, cada um com técnicas e maturações próprias. O Santo Casamenteiro, por exemplo, virou o melhor queijo do mundo no Concours Mondial du Fromage, na França, com receita que combina mofo azul, cream cheese, nozes e damasco.
A marca integra a UltraCheese, grupo que também reúne Lac Lélo, Búfalo Dourado e Itacolomy. Mais informações estão no site oficial da Cruzília.