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Maira Rocha: médium acusada de fraudar cartas psicografadas

ResumoMaira Rocha é uma médium e advogada de Brasília acusada de fraudar cartas psicografadas. Famílias que buscaram o serviço relatam ter encontrado informações copiadas da internet nas mensagens atribuídas a parentes mortos. Rocha fundou uma casa de caridade que atende cerca de 5 mil pessoas por mês.

Famílias que buscaram cartas psicografadas com Maira Rocha afirmam ter encontrado informações da internet nas mensagens atribuídas a parentes mortos. A médium e advogada de Brasília fundou uma casa de caridade que atende cerca de 5 mil pessoas por mês.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 10 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Maira Rocha: médium acusada de fraudar cartas psicografadas

Famílias que buscaram cartas psicografadas com Maira Rocha afirmam ter encontrado informações disponíveis na internet dentro das mensagens atribuídas a parentes mortos. A médium e advogada atua em Brasília e é fundadora da Casa da Caridade Inácio Daniel, instituição espírita que reúne assistência social e atendimentos espirituais.

As denúncias apontam que Maira Rocha teria coletado dados na internet para produzir as supostas mensagens dos mortos. Os relatos mencionam ainda erros em nomes, datas e relações familiares nas cartas. Não há, na fonte consultada, posicionamento da médium sobre as acusações.

Quem é Maira Rocha

Maira Rocha é advogada e médium. Segundo a fonte, ela diz ter contato com o mundo espiritual desde a infância. Em Brasília, fundou a Casa da Caridade Inácio Daniel, entidade que o próprio site descreve como espaço de assistência social e atendimento espiritual.

A instituição informa que as chamadas "Cartas Consoladoras" integram os trabalhos oferecidos pela casa. O atendimento alcança cerca de 5 mil pessoas por mês, conforme a fonte. Além das cartas, a casa distribui alimentos, roupas e outros itens para pessoas em situação de necessidade. As doações são uma das formas de manutenção da instituição.

O que as famílias relatam

As famílias que procuraram o serviço afirmam ter identificado, nas cartas, trechos que já circulavam na internet. Também citam equívocos em nomes, datas e graus de parentesco. A acusação central é a de que as mensagens teriam sido montadas a partir de dados públicos, e não de contato espiritual.

O caso ganhou repercussão após reportagem do Fantástico, da TV Globo. A reportagem ouviu famílias que buscaram as cartas e relataram as supostas irregularidades.

O que isso significa para quem busca o serviço

Para quem recorre a cartas psicografadas em busca de consolo, o episódio levanta uma questão prática: como avaliar a origem das informações recebidas. A recomendação de praxe em casos assim é desconfiar de mensagens que reproduzam dados facilmente encontráveis em redes sociais, obituários ou sites de busca.

Outro ponto é verificar se a instituição informa com clareza como funciona o trabalho e se há custo envolvido. No caso da Casa da Caridade Inácio Daniel, a fonte indica que a manutenção vem de doações.

A comunidade espírita e as famílias envolvidas aguardam esclarecimentos. Não há, até o momento, decisão judicial ou manifestação da defesa de Maira Rocha citada na fonte.

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