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Luísa Sonza revela gatilhos que a deixa em crise: "Não posso ter por perto"

ResumoLuísa Sonza, cantora de 28 anos com diagnóstico de depressão e transtorno de ansiedade generalizada, revelou no TikTok gatilhos que provocam crises. A artista listou elementos que não podem estar presentes em seu ambiente para evitar episódios de sofrimento emocional. A declaração expõe estratégias de autocuidado e manejo de saúde mental adotadas pela famosa.

Luísa Sonza, 28, usou o TikTok para revelar gatilhos que a colocam em crise. Com diagnóstico de depressão e transtorno de ansiedade generalizada, a cantora lista o que não pode ter por perto.

Cláudia Resende
Cláudia Resende Repórter de Saúde e Educação · 04 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Luísa Sonza revela gatilhos que a deixa em crise: "Não posso ter por perto"

A cantora Luísa Sonza, 28, usou o TikTok para participar de uma trend do Setembro Amarelo e revelou gatilhos que a colocam em crise. Em publicação, ela afirma que "não pode ter por perto" certos estímulos, como celular com notificações e sons que lembram problemas do passado. "Quase na hora me dá ataque cardíaco", disse.

Na trend, Luísa falou sobre hábitos que não pode deixar de lado por ter diagnóstico de depressão e transtorno de ansiedade generalizada. "Primeira coisa que eu hoje em dia não posso fazer é deixar de ter uma rotina", começou. Ela pontua que não pode passar madrugadas acordada, pois vira um ciclo negativo no cotidiano. Mesmo com a rotina de artista, precisa de horários regrados.

"Não posso ficar sem fazer atividade física", acrescentou. Ela conta que provavelmente desenvolveu o transtorno quando criança e que o treino ajuda a não sentir os sintomas. A lista inclui ainda não passar muito tempo fora de casa, longe dos animais, e não ter excesso de tela. "Não posso ficar muito tempo sem ver meus amigos e estar com pessoas que gostam de mim por mim mesma", elencou.

Luísa também evita ouvir estilos musicais ligados ao tipo de música que faz, não deixar de se arrumar, não pular banho, não fazer terapia e evitar ficar rodeada de pessoas demais, como em festas. "Você entra no buraco. Quando fala 'depressão não tem cura', quem tem entende; é como se o negócio estivesse do teu lado e, qualquer coisa que você faz mínima, um gatilhozinho que dá, você entra direto no fundo do poço", refletiu.

Para quem vive situação parecida, a recomendação é buscar acompanhamento profissional. O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio emocional gratuito pelo telefone 188, 24 horas. saúde mental setembro amarelo

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