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Escola 60+ atendeu mais de 1 mil alunos e avança com franquias

ResumoA Escola de Cultura 60+, criada em Porto Alegre por Cristiano Cunha e Juliana Enderle, já atendeu mais de 1 mil alunos e avança com franquias. O negócio exige investimento inicial de R$ 50 mil, migrou para o modelo online durante a pandemia e agora expande por meio de franquias.

Criada em Porto Alegre por Cristiano Cunha e Juliana Enderle, a Escola de Cultura 60+ já atendeu mais de 1 mil alunos. Com investimento inicial de R$ 50 mil, o negócio migrou para o online na pandemia e avança agora com franquias.

Geraldo Assunção
Geraldo Assunção Repórter de Política Estadual · 14 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Escola 60+ atendeu mais de 1 mil alunos e avança com franquias

Uma escola voltada ao público 60+ em Porto Alegre (RS) já atendeu mais de 1 mil alunos e prepara a expansão do negócio por franquias. A Escola de Cultura 60+ foi criada pelos empreendedores Cristiano Cunha e Juliana Enderle, a partir do cruzamento de duas trajetórias profissionais que se encontraram em um momento de transição.

A resposta direta: a Escola de Cultura 60+ nasceu em Porto Alegre, tem mais de 1 mil alunos atendidos, investimento inicial de R$ 50 mil e agora avança com franquias. Na rotina da unidade, mais de uma centena de alunos frequenta as aulas em busca de conhecimento, novas amizades e propósito.

De onde veio o negócio

A ideia original não era uma escola para quem passou dos 60. Juliana Enderle estudava Design de Interiores; Cristiano Cunha lecionava História da Arte. O plano inicial era oferecer formação complementar para profissionais da área criativa. A pandemia mudou os rumos.

Com o investimento inicial de R$ 50 mil, a empresa precisou abandonar temporariamente os planos presenciais e apostar nas aulas online. No isolamento social, as videochamadas deixaram de ser apenas ambiente de aprendizagem e passaram a funcionar como espaço de convivência. Foi esse desvio de rota que revelou o público que hoje sustenta o modelo.

O que mudou com a pandemia

O what-changed aqui é direto: o negócio nasceu como formação complementar para o setor criativo e virou uma escola de cultura para o público 60+. A migração forçada para o online mostrou demanda que o plano original não previa.

Em Minas, decisão grande costuma nascer no miúdo, e esse caso segue a mesma lógica. Um ajuste de operação em meio à crise virou a base do produto. Depois de consolidar a operação online e a base de alunos, a empresa passou a avançar com franquias, modelo que replica a estrutura em outras praças.

O que observar daqui em diante

A expansão por franquias é o próximo passo do negócio. O que fica em aberto é a execução: manter o padrão de convivência que sustenta a escola em Porto Alegre quando a operação passa a ser replicada por terceiros. Esse é o teste prático da franquia.

Vale acompanhar a abertura das próximas unidades e o ritmo de adesão de alunos fora do Rio Grande do Sul. franquias de educação no Brasil

O ponto central é o investimento inicial de R$ 50 mil, que dimensiona o porte do negócio na origem. A escola não nasceu com estrutura de rede; chegou a mais de 1 mil alunos antes de abrir o modelo para franqueados.

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