# Comitê de Clientes escolhe novo escritório para litígio de Mariana

> O Comitê de Clientes do Litígio de Mariana transferiu a representação legal da ação contra o Grupo BHP na Inglaterra para o escritório Bailey Glasser International. A decisão unânime encerra a atuação da Pogust Goodhead no caso. A mudança visa reestruturar a estratégia processual do litígio coletivo.

*Portal Notícias MG · Comunidade · 31 de agosto de 2026 · Vânia Drummond*

Em decisão unânime, o Comitê de Clientes do Litígio de Mariana encerra a representação da Pogust Goodhead e transfere a ação contra o Grupo BHP na Inglaterra para o Bailey Glasser International.

O Comitê de Clientes do Litígio de Mariana decidiu, em votação unânime, encerrar a representação exercida pelo escritório Pogust Goodhead (PG) e transferir a condução da ação movida contra o Grupo BHP na Justiça inglesa para o Bailey Glasser International (BGI). A informação foi divulgada em Londres, e o escritório Hausfeld & Co LLP prestará apoio à nova condução do caso.

A decisão marca uma nova etapa na busca por reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Mariana. Para os clientes, a mudança representa a continuidade do processo em solo inglês, agora sob nova liderança jurídica. O comitê, que reúne parte dos atingidos, optou por essa transição após avaliar a condução atual do litígio.

O caso contra o Grupo BHP é um dos maiores processos ambientais transnacionais em andamento, e a troca de escritório não altera o mérito da ação, mas redefine a estratégia processual. A atuação do BGI, com o suporte do Hausfeld & Co LLP, será observada de perto pelos clientes, que esperam avanços concretos nas próximas fases do julgamento.

Para quem acompanha o desdobramento, a recomendação é manter atenção aos comunicados oficiais do comitê, que devem detalhar os próximos passos processuais e eventuais impactos para os envolvidos. A decisão unânime reforça o alinhamento entre os clientes e a nova equipe jurídica, em um momento decisivo para a reparação histórica.

Agora, resta aguardar os primeiros movimentos do BGI na Justiça inglesa, com a expectativa de que a troca traga novo fôlego à negociação e ao julgamento. O litígio segue, e a voz dos atingidos permanece no centro da estratégia.

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