Filhos de Cazarré visitam irmã no hospital após 2 semanas
Depois de duas semanas de internação, os filhos de Juliano Cazarré visitaram a irmã Guilhermina no hospital neste domingo (13). O ator publicou fotos da família nas redes sociais e seguidores reagiram com mensagens de recuperação.
Depois de 15 dias de internação de Guilhermina, 4, filha de Juliano Cazarré, os outros filhos do ator puderam visitar a irmã no hospital neste domingo (13). O registro foi feito pelo próprio pai, que publicou uma série de fotos ao lado da família em seu perfil do Instagram.
A visita marca o primeiro contato dos irmãos com a menina desde o início da internação, em 31 de agosto. Na publicação, Cazarré escreveu: "Depois de duas semanas, os irmãos puderam visitar a Guigui. E depois teve jiu jitsu na sala com os mais velhos". Nas imagens, Guilhermina aparece na maca com a família ao redor. Em um dos registros, o ator e o filho mais velho fazem carinho na menina.
O que mudou no quadro clínico
O período de internação foi acompanhado de perto pela família. Até o dia 7 de setembro, Guilhermina estava com pancreatite derivada da sepse, conforme informado anteriormente. A menina nasceu com uma cardiopatia congênita rara e convive com sequelas da anomalia de Ebstein.
A publicação deste domingo não trouxe detalhes sobre alta hospitalar ou mudanças no tratamento. O que se sabe é que a visita dos irmãos foi possível após duas semanas de internação no CTI (Centro de Terapia Intensiva), iniciada em 31 de agosto.
Repercussão e contexto familiar
Nos comentários da publicação, seguidores elogiaram a família e desejaram boa recuperação à menina. "Vocês são exemplo", escreveu uma pessoa. Outra disse: "Fofinha! Em breve estarão todos reunidos, mas em casa!"
Juliano e Letícia Cazarré são pais de seis filhos: Vicente, Inácio, Gaspar, Maria Madalena, Maria Guilhermina e Estêvão. A rotina da família tem sido dividida entre o acompanhamento hospitalar e os cuidados com os demais irmãos, que agora puderam reencontrar a caçula.
A anomalia de Ebstein é uma malformação cardíaca rara que afeta a válvula tricúspide e pode exigir acompanhamento contínuo. No caso de Guilhermina, a condição foi identificada ao nascer e segue como parte do histórico clínico da menina.
O próximo passo depende da evolução do quadro e da avaliação da equipe médica que acompanha a internação. A família não divulgou previsão de alta.