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Fernanda Paes Leme: perda gestacional e diagnóstico aos 43

ResumoFernanda Paes Leme, aos 43 anos, revelou ter sofrido perda gestacional antes do diagnóstico de endométrio fino. A condição médica levou a atriz ao congelamento de óvulos como estratégia para preservar a fertilidade. O caso público de Paes Leme destaca desafios reprodutivos femininos e a importância do planejamento familiar em idade avançada.

Aos 43 anos, Fernanda Paes Leme revelou que sofreu perda gestacional antes do diagnóstico de endométrio fino, o que a levou ao congelamento de óvulos.

Sérgio Tadeu Mafra
Sérgio Tadeu Mafra Repórter de Economia Regional · 07 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Fernanda Paes Leme: perda gestacional e diagnóstico aos 43

A atriz Fernanda Paes Leme, de 43 anos, revelou que passou por uma perda gestacional antes de engravidar da filha Pilar. O relato foi feito durante entrevista ao programa Na Palma da Mari: Entre Mulheres, conduzido por Mari Palma. Segundo Fernanda, a perda ocorreu em um período em que ela não tentava engravidar.

Após o episódio, a atriz buscou acompanhamento médico e recebeu o diagnóstico de endométrio fino. A condição, que afeta a capacidade de implantação do embrião, precisou ser tratada antes de uma nova tentativa de gestação. O caso ilustra como investigações após uma perda podem revelar fatores que passariam despercebidos.

Diante do diagnóstico e por estar próxima dos 40 anos, Fernanda decidiu congelar óvulos para preservar a fertilidade. Foram necessários três ciclos do procedimento até obter uma quantidade considerada satisfatória. Em um dos ciclos, ela chegou a considerar a formação de embriões, mas o processo não foi concluído. Depois, com a separação, manteve a opção pelo congelamento dos próprios óvulos.

O caso de Fernanda reabre a discussão sobre planejamento reprodutivo tardio. No Brasil, a idade média da primeira gestação vem subindo, o que aumenta a procura por técnicas como o congelamento de óvulos. Especialistas costumam recomendar que mulheres que desejam adiar a maternidade avaliem a reserva ovariana antes dos 35 anos.

Para quem enfrenta situação semelhante, o caminho indicado é o acompanhamento com especialista em reprodução assistida. Exames como ultrassom e dosagem hormonal ajudam a mapear a saúde reprodutiva. O tratamento do endométrio fino pode incluir terapia hormonal ou outros procedimentos, sempre sob orientação médica.

A tendência é que o congelamento de óvulos continue crescendo entre mulheres que priorizam a carreira ou não encontraram o parceiro ideal. A decisão de Fernanda, tomada aos 39 anos, reflete uma realidade cada vez mais comum. O relato público contribui para normalizar conversas sobre perda gestacional e infertilidade, temas ainda cercados de tabu.

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