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Vídeo: cão persegue carro por seis quarteirões e cena gera indignação nas redes

ResumoO vídeo de um labrador perseguindo um carro por seis quarteirões em Quito, Equador, gerou indignação nas redes sociais e suspeitas de abandono. A motorista nega a intenção de abandonar o animal. Testemunhas cobram investigação das autoridades locais para apurar o ocorrido.

Imagens de um cachorro da raça labrador perseguindo um carro por seis quarteirões em Quito, no Equador, causaram grande indignação e levantaram suspeitas de abandono. A motorista nega a intenção de abandonar o animal, mas testemunhas cobram investigação das autoridades locais.

Sérgio Tadeu Mafra
Sérgio Tadeu Mafra Repórter de Economia Regional · 28 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Vídeo: cão persegue carro por seis quarteirões e cena gera indignação nas redes

Vídeo: cão persegue carro por seis quarteirões e cena gera indignação nas redes

Imagens de um cachorro da raça labrador perseguindo um carro por seis quarteirões em Quito, no Equador, causaram grande indignação e levantaram suspeitas de abandono. No vídeo, que circulou amplamente nas redes sociais, o animal corre de forma incessante atrás do veículo, tentando entrar no carro assim que ele para no trânsito, o que levou testemunhas a questionarem a conduta da condutora e a cobrarem intervenção das autoridades locais.

O que mostra o vídeo que gerou indignação?

O registro mostra o labrador correndo por seis quarteirões, sempre tentando se aproximar do automóvel. Quando o carro para no trânsito, o animal tenta entrar pela porta, comportamento que foi interpretado por diversas pessoas como indício de vínculo afetivo com alguém que estava no veículo. Testemunhas registraram imagens e pediram que o caso fosse investigado.

A defesa da motorista

Durante o ocorrido, testemunhas chegaram a confrontar a motorista, questionando por que ela não encaminhava o animal para adoção em vez de deixá-lo na rua, segundo o jornal La Nacion. Em sua defesa, a mulher negou veementemente a intenção de abandonar o cão, afirmando que não o deixaria para trás, embora sua justificativa não tenha convencido as pessoas que presenciaram a cena.

Reações nas redes sociais

Enquanto parte dos internautas defendeu que qualquer acusação deve ser investigada de forma criteriosa, outra parcela enfatizou que cenas como essa retratam uma realidade frequente em diferentes cidades da América Latina: animais deixados nas ruas sem proteção, dependendo da iniciativa de vizinhos, organizações e do poder público para sobreviver.

O contexto legal na América Latina

Leis recentes em países da América do Sul, como Colômbia e Equador, vêm reconhecendo animais como seres sencientes, o que significa que sentem dor e têm capacidade de sofrer. Com isso, o abandono e outros tipos de maus-tratos passaram a ser enquadrados em legislações específicas, com previsão de multas e, em alguns casos, penas mais severas. A efetividade dessas normas, porém, depende da combinação entre fiscalização, conscientização e comprometimento da população.

Casos semelhantes e o papel da denúncia

Casos semelhantes já foram relatados em outras cidades da região, muitas vezes registrados por câmeras de segurança ou celulares. Em grande parte desses episódios, organizações de proteção usam a repercussão para reforçar mensagens sobre adoção responsável, necessidade de políticas públicas de bem-estar animal e importância de denunciar situações suspeitas às autoridades competentes.

Perguntas Frequentes

Onde ocorreu a perseguição do cão ao carro?

O caso foi registrado em Quito, no Equador.

A motorista foi identificada?

A fonte não identifica a motorista. Ela negou a intenção de abandonar o animal.

O que diz a lei sobre abandono de animais no Equador?

O Equador reconhece animais como seres sencientes, e o abandono pode ser enquadrado em legislações específicas com previsão de multas e penas.

Como denunciar casos de abandono de animais?

A recomendação é denunciar situações suspeitas às autoridades competentes locais.

O cachorro foi resgatado?

A fonte não informa o desfecho do caso nem o resgate do animal.

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