Um ano após crise do metanol, investigação revela cadeia de falsificação
Um ano depois da onda de intoxicações por metanol ligada a bebidas adulteradas em São Paulo, a polícia afirma ter identificado os principais envolvidos na cadeia de falsificação. Vítimas seguem com sequelas e cobram punição.
Um ano depois da onda de intoxicações por metanol ligada a bebidas adulteradas em São Paulo, a polícia afirma ter identificado os principais envolvidos na cadeia de falsificação que provocou mortes e deixou vítimas com sequelas permanentes. As investigações avançam, mas o país ainda registra mortes por intoxicação. Sobreviventes enfrentam as consequências da contaminação e cobram punição aos responsáveis.
Entre os casos que marcaram o início da crise está o da designer de interiores Radharani Domingos. Ela participou do aniversário de uma amiga em um bar da Zona Oeste de São Paulo e consumiu três caipirinhas. No dia seguinte, entrou em coma.
Quando foi entrevistada durante a internação, relatou ter perdido a visão. Um ano depois, convive com sequelas permanentes. Segundo ela, restaram apenas cerca de 3% da capacidade visual.
A reportagem completa sobre a crise do metanol, a cadeia de falsificação identificada pela polícia e o cotidiano das vítimas com sequelas pode ser vista no vídeo da matéria original.