CapaCidade
Cidade

Um ano após crise do metanol, investigação revela cadeia de falsificação

ResumoA crise do metanol em São Paulo, deflagrada há um ano por bebidas adulteradas, teve os principais responsáveis pela cadeia de falsificação identificados pela polícia. Vítimas da intoxicação ainda enfrentam sequelas e cobram punição dos envolvidos.

Um ano depois da onda de intoxicações por metanol ligada a bebidas adulteradas em São Paulo, a polícia afirma ter identificado os principais envolvidos na cadeia de falsificação. Vítimas seguem com sequelas e cobram punição.

Ronaldo Pimenta
Ronaldo Pimenta Repórter de Esporte Mineiro · 14 de setembro de 2026 · 1 min de leitura
Um ano após crise do metanol, investigação revela cadeia de falsificação

Um ano depois da onda de intoxicações por metanol ligada a bebidas adulteradas em São Paulo, a polícia afirma ter identificado os principais envolvidos na cadeia de falsificação que provocou mortes e deixou vítimas com sequelas permanentes. As investigações avançam, mas o país ainda registra mortes por intoxicação. Sobreviventes enfrentam as consequências da contaminação e cobram punição aos responsáveis.

Entre os casos que marcaram o início da crise está o da designer de interiores Radharani Domingos. Ela participou do aniversário de uma amiga em um bar da Zona Oeste de São Paulo e consumiu três caipirinhas. No dia seguinte, entrou em coma.

Quando foi entrevistada durante a internação, relatou ter perdido a visão. Um ano depois, convive com sequelas permanentes. Segundo ela, restaram apenas cerca de 3% da capacidade visual.

A reportagem completa sobre a crise do metanol, a cadeia de falsificação identificada pela polícia e o cotidiano das vítimas com sequelas pode ser vista no vídeo da matéria original.

// Leia também

Publicidade