# Trump acusa China de adquirir 220 milhões de registros de eleitores dos EUA

> Donald Trump acusou a China de adquirir 220 milhões de registros de eleitores dos EUA durante um comício. A declaração provocou reações em Washington e Pequim, sem evidências públicas apresentadas até o momento. A China nega a acusação, classificando-a como infundada.

*Portal Notícias MG · Cidade · 17 de julho de 2026 · Ronaldo Pimenta*

O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, acusou a China de adquirir 220 milhões de registros de eleitores americanos. A declaração, feita em comício, gerou reações em Washington e Pequim. Entenda os detalhes da acusação e o que se sabe até agora.

## Trump acusa China de adquirir 220 milhões de registros de eleitores dos EUA

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em um comício em Iowa que a China obteve ilegalmente 220 milhões de registros de eleitores americanos. A acusação, feita sem apresentar provas imediatas, foi rapidamente negada pelo governo chinês. O episódio reacende o debate sobre vulnerabilidades em sistemas eleitorais e espionagem cibernética.

## A acusação de Trump

Durante discurso na última sexta-feira, Trump disse que "a China comprou 220 milhões de registros de eleitores dos EUA de forma ilegal". A declaração foi feita em tom de denúncia, mas sem detalhar como a suposta transação ocorreu ou quem seriam os intermediários. Até o momento, nenhum órgão oficial americano, como o FBI ou o Departamento de Segurança Interna, confirmou a alegação.

## Reação do governo chinês

O Ministério das Relações Exteriores da China classificou a acusação como "infundada e irresponsável". Em nota oficial, Pequim afirmou que "a China nunca se envolveu em atividades de espionagem cibernética contra os EUA". A resposta foi divulgada horas após o discurso de Trump, em meio à escalada de tensões entre as duas potências.

## Contexto de segurança cibernética

A segurança dos dados eleitorais nos EUA tem sido alvo de preocupação desde 2016, quando hackers russos invadiram sistemas do Partido Democrata. Em 2020, relatórios do Departamento de Justiça indicaram tentativas de interferência estrangeira, mas sem confirmação de vazamento em massa de registros de eleitores. Especialistas em cibersegurança ouvidos pela imprensa americana consideram a alegação de Trump "improvável", dado o nível de proteção dos bancos de dados eleitorais.

## O que são registros de eleitores?

Nos EUA, cada estado mantém um cadastro de eleitores com informações como nome, endereço e data de nascimento. Esses dados são públicos em muitos estados, mas sua venda em massa para governos estrangeiros é proibida por lei federal. A quantidade citada por Trump, 220 milhões, corresponde aproximadamente ao total de eleitores registrados no país.

## Impacto político

A acusação ocorre em meio à campanha eleitoral de 2026, com Trump buscando a nomeação republicana. Analistas políticos apontam que a declaração visa reforçar sua retórica antichinesa, usada como bandeira desde seu primeiro mandato. A Casa Branca, por meio de um porta-voz, declarou que "não há evidências que sustentem a alegação" e que "a segurança eleitoral é prioridade".

## Perguntas Frequentes

### A China realmente comprou dados de eleitores dos EUA?

Não há provas públicas que confirmem a acusação. O governo chinês nega e órgãos americanos não se manifestaram oficialmente.

### Quantos registros de eleitores existem nos EUA?

Cerca de 220 milhões de eleitores estão registrados nos EUA, número citado por Trump em sua acusação.

### O que diz a lei americana sobre venda de dados eleitorais?

A venda de registros de eleitores para governos estrangeiros é ilegal. A violação pode levar a sanções criminais.

### Trump apresentou provas da acusação?

Até o momento, Trump não apresentou documentos ou testemunhas que comprovem a alegação.

### Como os EUA protegem os dados eleitorais?

Cada estado tem sistemas próprios, com protocolos de segurança cibernética. O governo federal oferece diretrizes, mas não centraliza o banco de dados.

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