# Corpo de paranaense é liberado 3 meses após morte na Argentina

> O corpo de Antônio Rodrigues Júnior, paranaense de 46 anos, foi liberado pela Argentina três meses após a morte. A identificação foi confirmada por exame de DNA, encerrando a espera da família em Foz do Iguaçu. O desaparecimento do brasileiro ocorreu na região de fronteira, e o traslado do corpo para o Paraná encerra o caso.

*Portal Notícias MG · Cidade · 26 de agosto de 2026 · Cláudia Resende*

Após três meses de espera, a família de Antônio Rodrigues Júnior, de 46 anos, recebeu o corpo do paranaense que desapareceu em Foz do Iguaçu. O exame de DNA confirmou a identidade.

A família de Antônio Rodrigues Júnior, de 46 anos, morador de Céu Azul, no Oeste do Paraná, recebeu o corpo do paranaense três meses após ele ser encontrado morto na Argentina. A viúva, Adriane, confirmou que o exame de DNA atestou a identidade. O corpo foi localizado em 16 de maio, no Rio Paraná, na região de Porto Leoni, na província de Misiones, na Argentina.

Antônio desapareceu em maio, em Foz do Iguaçu, enquanto aguardava a esposa fazer compras em Cidade do Leste, no Paraguai. Imagens mostram ele saindo sozinho do próprio carro antes de sumir. A família esperava a liberação para o traslado ao Brasil desde então.

A espera foi marcada por angústia. A família havia reconhecido o corpo pelas roupas e por um anel que Antônio usava no dia do desaparecimento. "Foi bem difícil. A gente tinha esperança de que saísse mais rápido, porque nós tínhamos certeza que era ele e a gente queria que não fosse", disse Adriane.

### O que se sabe sobre o desaparecimento

Antônio foi visto saindo sozinho do próprio carro em Foz do Iguaçu. Ele aguardava a esposa, que fazia compras em Cidade do Leste, no Paraguai. O desaparecimento ocorreu em maio, e o corpo foi encontrado seis dias depois, no Rio Paraná.

A região de Porto Leoni, onde o corpo foi localizado, fica na província de Misiones, na Argentina. O traslado ao Brasil dependia de confirmação de identidade e liberação pelas autoridades locais.

### Como a identidade foi confirmada

A confirmação veio por exame de DNA, segundo a viúva. Antes disso, a família já havia reconhecido o corpo por características como roupas e um anel. A combinação de evidências deu segurança à espera.

### O que a família enfrentou na espera

Para a família, os três meses foram de expectativa e dor. A esperança de que o processo fosse mais rápido contrastava com a certeza de que o corpo era de Antônio. A declaração de Adriane reflete o sofrimento: a vontade de que não fosse ele.

### Orientações para famílias em situação similar

Em casos de desaparecimento, o recomendado é registrar boletim de ocorrência imediatamente. Quando um corpo é encontrado em outro país, o processo de identificação pode envolver exames de DNA, como ocorreu aqui. A paciência é necessária, mas o apoio familiar é essencial.

### Perguntas Frequentes

#### Quanto tempo leva para liberar um corpo encontrado em outro país?

Não há prazo fixo. Depende de exames de identificação, como DNA, e de trâmites entre as autoridades dos países envolvidos.

#### O que fazer quando um familiar desaparece em região de fronteira?

Registrar boletim de ocorrência e manter contato com a polícia local. Em cidades como Foz do Iguaçu, a proximidade com Paraguai e Argentina exige atenção a rotas e rios.

#### Como o corpo foi identificado?

Por exame de DNA, que confirmou a identidade de Antônio Rodrigues Júnior. A família também reconheceu por roupas e um anel.

#### Onde o corpo foi encontrado?

No Rio Paraná, na região de Porto Leoni, na província de Misiones, na Argentina.

#### O que a família sentiu durante a espera?

Segundo a viúva, foi difícil, com esperança de que o processo fosse mais rápido, apesar da certeza de que era ele.

Para quem precisa de apoio, a orientação é buscar informações na polícia e nos serviços de assistência à família. A informação de saúde e segurança deve ser checada sempre em fontes oficiais.

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Fonte (canonical): https://portalnoticiasmg.com.br/cidade/tres-meses-apos-ser-encontrado-morto-argentina-viuva-recebe-corpo-paranaense-des/
