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Suspeito de jogar mulher do 3º andar tem prisão convertida em preventiva em BH

ResumoCarlos Antônio Avelar de Oliveira teve a prisão em flagrante convertida em preventiva pela Justiça de Minas Gerais. O suspeito é acusado de agredir e jogar a companheira, Natalia Stefane de Abreu Alves, da sacada do 3º andar em Belo Horizonte. A decisão judicial mantém o réu detido durante as investigações.

A Justiça de Minas Gerais converteu em preventiva a prisão em flagrante de Carlos Antônio Avelar de Oliveira, de 30 anos, suspeito de agredir e jogar a companheira, Natalia Stefane de Abreu Alves, de 31 anos, da sacada do 3º andar em BH.

Sérgio Tadeu Mafra
Sérgio Tadeu Mafra Repórter de Economia Regional · 22 de julho de 2026 · 3 min de leitura
Suspeito de jogar mulher do 3º andar tem prisão convertida em preventiva em BH

A Justiça de Minas Gerais converteu em preventiva a prisão em flagrante de Carlos Antônio Avelar de Oliveira, de 30 anos, nesta quarta-feira (22/7). Ele é suspeito de ter agredido e jogado a companheira, Natalia Stefane de Abreu Alves, de 31 anos, da sacada do apartamento do casal, no terceiro andar de um prédio no Bairro Jonas Veiga, Região Leste de Belo Horizonte.

A Justiça de Minas Gerais converteu em preventiva a prisão em flagrante de Carlos Antônio Avelar de Oliveira, de 30 anos, suspeito de agredir e jogar a companheira, Natalia Stefane de Abreu Alves, de 31 anos, da sacada do 3º andar em Belo Horizonte. O crime ocorreu na manhã de terça-feira (21/7), mesma data da detenção.

Como foi o crime no Bairro Jonas Veiga

O crime foi cometido na manhã desta terça-feira (21/7), mesma data na qual Carlos Antônio foi detido. De acordo com informações do boletim de ocorrência (BO), quando os policiais chegaram ao imóvel, encontraram a vítima caída no chão, com um sangramento na região da cabeça. O suspeito estava sentado ao lado dela, e uma amiga da vítima, de 40 anos, também estava no local.

A amiga disse aos policiais que o homem teria arremessado a companheira da sacada. Segundo os militares, o homem estava agressivo e exaltado, e resistiu ao receber ordem para colocar os braços para trás para ser algemado.

O socorro e a versão do suspeito

Natalia Stefane, por sua vez, foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, na Região Central de BH. Não há informações sobre o estado de saúde dela.

Em conversa com os policiais, a amiga disse que recebeu uma ligação da vítima, durante a madrugada, e foi até o apartamento do casal. Segundo a testemunha, quando chegou ao imóvel, o homem estava agredindo a companheira com socos, chutes e golpes de garrafa.

Ela relatou ainda que o casal havia passado a noite bebendo. Disse que teria tentado impedir as agressões e também passou a receber chutes e socos do suspeito. Foi quando ele arremessou a companheira da sacada. A vítima caiu no segundo andar e ficou desacordada por alguns segundos.

O suspeito, porém, negou que tenha atacado a companheira. Na versão dele, a mulher teria tropeçado e caído da sacada.

A detenção e a conversão da prisão

De acordo com o boletim de ocorrência, o homem também apresentava um corte na cabeça e foi encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Leste e, em seguida, liberado. Depois, foi algemado e colocado na viatura, mas passou a chutar o compartimento de presos, danificando o veículo. Ele foi encaminhado à Delegacia de Plantão de Atendimento à Mulher (Deam).

A conversão da prisão em flagrante para preventiva, nesta quarta-feira (22/7), significa que o suspeito permanecerá detido durante as investigações, sem prazo determinado para soltura. A decisão é da Justiça de Minas Gerais.

Perguntas Frequentes

O que é prisão preventiva?

É uma medida cautelar que mantém o suspeito preso durante a investigação, sem prazo fixo, para garantir a ordem pública ou a aplicação da lei penal.

Onde o crime ocorreu?

No Bairro Jonas Veiga, Região Leste de Belo Horizonte, em um prédio residencial.

Qual o estado de saúde da vítima?

Não há informações oficiais sobre o estado de saúde de Natalia Stefane de Abreu Alves, que foi levada ao Hospital João XXIII.

O suspeito confessou o crime?

Não. Carlos Antônio Avelar de Oliveira negou as acusações e afirmou que a vítima teria caído acidentalmente.

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