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Socorrista suspeito de matar ex-esposa é preso em Rondônia

ResumoO socorrista Roni, de 33 anos, foi preso pela Polícia Civil de Rondônia como principal suspeito de matar a ex-esposa Raíssa Cristina, de 35 anos, com tiros de espingarda em Cujubim. O crime também deixou outra mulher baleada. Roni se apresentou acompanhado de advogado após o ocorrido.

Socorrista Roni, 33, suspeito de matar a ex-esposa Raíssa Cristina, 35, com tiros de espingarda e balear outra mulher, foi preso pela Polícia Civil de Rondônia. Crime ocorreu em Cujubim; homem se apresentou com advogado.

Marília Stefani
Marília Stefani Repórter de Segurança Pública · 28 de agosto de 2026 · 1 min de leitura
Socorrista suspeito de matar ex-esposa é preso em Rondônia

O socorrista Roni, de 33 anos, suspeito de matar a ex-esposa Raíssa Cristina, de 35 anos, com tiros de espingarda, foi preso pela Polícia Civil de Rondônia nesta quinta-feira (27). O crime ocorreu na noite de domingo (23), em Cujubim (RO). Roni também é suspeito de balear uma segunda mulher na mesma data. A polícia não informou o sobrenome do homem.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito se apresentou acompanhado de um advogado na Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) de Ariquemes (RO). Contra ele, já havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça. A equipe policial reuniu provas, analisou imagens e ouviu testemunhas durante as investigações para fundamentar o pedido de prisão.

Roni prestou depoimento e permaneceu preso, à disposição da Justiça. Ele é investigado por feminicídio e tentativa de feminicídio. O caso, que chocou a região, expõe a gravidade da violência doméstica e a importância da resposta rápida das autoridades.

A prisão preventiva, solicitada pela polícia e deferida pela Justiça, é uma medida cautelar que garante a ordem pública e a conveniência da investigação. Em casos de feminicídio, a legislação brasileira prevê medidas protetivas e punições severas, mas a efetividade depende da atuação integrada entre polícia, Ministério Público e Judiciário.

O caso segue em investigação, e a polícia não divulgou detalhes sobre a segunda vítima ou as circunstâncias do crime. A população de Cujubim e região aguarda os desdobramentos do processo, que deve tramitar sob sigilo.

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