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SC lidera registros de ameaças a mulheres e crimes de racismo no Brasil em 2025

ResumoSanta Catarina registrou a maior taxa de ameaças contra mulheres e crimes de racismo do Brasil em 2025, conforme o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O estado também apresentou a menor taxa de mortes violentas do país, superando São Paulo.

Santa Catarina registrou a maior taxa de ameaças contra mulheres e de crimes de racismo do Brasil em 2025, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O estado também teve a menor taxa de mortes violentas do país, superando São Paulo.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 23 de julho de 2026 · 3 min de leitura
SC lidera registros de ameaças a mulheres e crimes de racismo no Brasil em 2025

SC lidera registros de ameaças a mulheres e crimes de racismo no Brasil em 2025

Santa Catarina foi o estado do Brasil com o maior número de registros policiais de ameaças contra mulheres em 2025 e também liderou as ocorrências de crimes de racismo no país. Os dados são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (23) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

O mesmo estudo mostrou que Santa Catarina superou São Paulo e passou a ser o estado com a menor taxa de mortes violentas no Brasil em 2025. Em relação a 2024, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes diminuiu de 8,6 para 7,6.

O que diz o Anuário de Segurança sobre SC

O documento, que reúne dados das secretarias estaduais de segurança pública, faz um panorama da violência nos estados. Também aponta causas e discute soluções para a redução dos indicadores.

Os números de Santa Catarina chamam atenção por dois motivos: o estado aparece no topo do ranking de ameaças contra mulheres e de crimes de racismo, mas ao mesmo tempo tem a menor taxa de mortes violentas do país.

Ameaças contra mulheres: SC lidera ranking

Santa Catarina registrou a maior taxa de ocorrências de ameaças contra mulheres em 2025. O dado é calculado com base nos boletins de ocorrência registrados nas delegacias do estado.

O Anuário não detalha os motivos específicos para a liderança catarinense, mas o levantamento serve como alerta para as autoridades locais sobre a necessidade de políticas de prevenção e acolhimento às vítimas.

Crimes de racismo: SC também lidera

Além das ameaças contra mulheres, Santa Catarina também liderou as ocorrências de crimes de racismo no país em 2025. Os registros policiais são a base do levantamento.

O dado acende um debate sobre a efetividade das políticas de combate ao racismo no estado e a importância da notificação desses crimes pelas vítimas.

Menor taxa de mortes violentas do Brasil

Em contraste com os indicadores de ameaças e racismo, Santa Catarina superou São Paulo e passou a ser o estado com a menor taxa de mortes violentas no Brasil em 2025.

A taxa de homicídios por 100 mil habitantes caiu de 8,6 em 2024 para 7,6 em 2025. É a menor desde 2012, segundo o Anuário.

O que esperar dos próximos passos

O documento do FBSP serve como ferramenta para que estados e municípios ajustem suas políticas de segurança. Em Santa Catarina, os dados indicam que, apesar da queda na violência letal, crimes como ameaças e racismo ainda exigem atenção.

Para quem vive no estado, o alerta é claro: é preciso fortalecer as redes de proteção à mulher e os canais de denúncia de racismo.

Perguntas Frequentes

Por que SC lidera registros de ameaças contra mulheres?

O Anuário não aponta causas específicas, mas os dados indicam que o estado teve o maior número de registros policiais desse tipo de crime em 2025.

Qual a taxa de homicídios em SC em 2025?

A taxa de homicídios por 100 mil habitantes foi de 7,6, a menor do Brasil, segundo o Anuário.

O que é o Anuário Brasileiro de Segurança Pública?

É um levantamento anual do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) com dados das secretarias estaduais de segurança pública.

SC também lidera em outros tipos de violência?

Segundo o Anuário, SC lidera em ameaças contra mulheres e crimes de racismo, mas tem a menor taxa de mortes violentas.

Como os dados são coletados?

Os dados são fornecidos pelas secretarias estaduais de segurança pública de todo o Brasil.

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