# Homem morto em 'tribunal do crime' em Itanhaém: quem era

> José Aparecido Ferreira, pedreiro de Itanhaém conhecido como 'Zezinho', foi morto em um 'tribunal do crime' após acusação de assédio não comprovada. A vítima deixou cinco filhos. O caso ocorreu na cidade litorânea de São Paulo, onde o homem foi sequestrado e executado por supostos integrantes de facção criminosa.

*Portal Notícias MG · Cidade · 03 de setembro de 2026 · Inácio Bicalho*

José Aparecido Ferreira, o homem morto em 'tribunal do crime' em Itanhaém, era pedreiro e deixou cinco filhos. Conhecido como 'Zezinho', foi sequestrado e morto após acusação de assédio não comprovada.

José Aparecido Ferreira, de 63 anos, era o homem morto em um "tribunal do crime" em Itanhaém, no litoral de São Paulo. Pedreiro, ele deixou cinco filhos. Conhecido como "Zezinho", foi agredido e sequestrado por um grupo de criminosos após ser acusado de assediar crianças, alegação que não foi comprovada, mas segue na investigação da Polícia Civil.

A vítima foi raptada em fevereiro. Na última sexta-feira (28), a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itanhaém cumpriu um mandado de prisão temporária contra Murilo da Silva de Oliveira, investigado por participar dos crimes de sequestro, homicídio e ocultação de cadáver de José. Além dele, outras quatro pessoas foram identificadas por participarem da ação.

Ao g1, uma parente de Zezinho, que preferiu não se identificar, contou que ele completaria 64 anos em novembro. A morte dele expõe como a acusação, mesmo sem provas, pode custar uma vida no litoral paulista. A comunidade, ainda abalada, espera que a investigação avance e que todos os envolvidos sejam responsabilizados.

violência no litoral de SP

O caso segue sob apuração da DIG de Itanhaém, que não descarta novas prisões. A parente, que acompanha o desenrolar, diz que a família quer justiça: "Ele era trabalhador, deixa cinco filhos. Não dá para aceitar isso calado."

---

Fonte (canonical): https://portalnoticiasmg.com.br/cidade/saiba-quem-era-homem-morto-tribunal-crime-apos-acusacao-assedio-litoral-sp/
