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Região de Presidente Prudente perde 281 leitos do SUS em 20 anos e enfrenta superlotação em hospitais

ResumoA região de Presidente Prudente perdeu 281 leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) entre 2005 e 2025, redução de 16% que agravou a superlotação hospitalar. O Hospital Regional tornou-se alvo de investigação do Ministério Público de São Paulo. A queda no número de leitos compromete o atendimento público de saúde na área.

A região de Presidente Prudente perdeu 281 leitos do SUS em 20 anos, uma queda de 16% desde 2005. A superlotação no Hospital Regional virou alvo de investigação do Ministério Público de São Paulo. Entenda os dados e a situação atual.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 29 de julho de 2026 · 2 min de leitura
Região de Presidente Prudente perde 281 leitos do SUS em 20 anos e enfrenta superlotação em hospitais

Região de Presidente Prudente perde 281 leitos do SUS em 20 anos e enfrenta superlotação em hospitais

A região de Presidente Prudente perdeu 281 leitos do SUS em 20 anos, uma queda de 16% desde 2005, segundo dados do TABSUS. A superlotação no Hospital Regional, em Presidente Prudente, é alvo de investigação pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) por meio da Promotoria Regional de Saúde. A denúncia aponta que pacientes estão sendo atendidos nos corredores da unidade.

A redução de leitos na região

Conforme o levantamento feito pela TV TEM a partir do sistema TABSUS, a RRAS 11, que engloba a região, perdeu 281 leitos de internação desde 2005. Isso representa uma diminuição de 16% no total de vagas disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A região, que antes contava com mais estrutura, hoje enfrenta uma pressão crescente sobre os hospitais.

Superlotação no Hospital Regional

A situação é mais crítica no Hospital Regional (HR) de Presidente Prudente. A unidade enfrenta superlotação, com pacientes sendo atendidos nos corredores. A denúncia foi feita à TV TEM e confirmada pelo Departamento Regional de Saúde (DRS) no sábado (25). O MP-SP, por meio da Promotoria Regional de Saúde, já abriu investigação para apurar o caso.

O que diz o DRS

Segundo o DRS, a alta taxa de ocupação dos leitos é reflexo do aumento dos casos de doenças respiratórias. O órgão não detalhou números específicos, mas confirmou a situação de superlotação na unidade.

O impacto no cotidiano

Moradores da região sentem na pele a falta de vagas. Seu Antônio, lavrador de 58 anos, levou a esposa ao Hospital Regional na semana passada. "Ficamos três horas no corredor esperando um leito. Não é fácil ver a gente que precisa sendo tratado assim", conta. A realidade de Seu Antônio é a mesma de muitos que dependem do SUS na RRAS 11.

O que esperar

A região de Presidente Prudente espera que a investigação do MP-SP traga respostas. A comunidade e os profissionais de saúde aguardam medidas para reverter a perda de leitos e melhorar o atendimento nos hospitais. Enquanto isso, a superlotação segue sendo um desafio diário.

Perguntas Frequentes

Quantos leitos o SUS perdeu na região de Presidente Prudente?

Foram 281 leitos perdidos desde 2005, uma queda de 16%.

Por que o Hospital Regional está superlotado?

O DRS atribui a alta ocupação ao aumento de casos de doenças respiratórias.

Quem investiga a superlotação?

O Ministério Público de São Paulo, por meio da Promotoria Regional de Saúde.

O que é a RRAS 11?

É a região de saúde que engloba Presidente Prudente e cidades vizinhas.

Como os dados foram coletados?

Pela TV TEM, a partir do sistema TABSUS.

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