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Rejeição em PE: Raquel 41%, Campos 36%, diz Real Time

ResumoPesquisa Real Time Big Data registra rejeição de 41% para Raquel Lyra (PSD) e 36% para João Campos (PSB) em Pernambuco. Levantamento ouviu 1.600 eleitores. Raquel Lyra lidera o índice de rejeição estadual. João Campos aparece em segundo lugar. Dados refletem avaliação negativa do eleitorado pernambucano sobre os dois pré-candidatos ao governo.

Levantamento do Real Time Big Data mostra Raquel Lyra (PSD) com 41% de rejeição em Pernambuco, à frente de João Campos (PSB), que tem 36%. Pesquisa ouviu 1.600 pessoas.

Inácio Bicalho
Inácio Bicalho Repórter de Interior e Agro · 03 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
Rejeição em PE: Raquel 41%, Campos 36%, diz Real Time

A disputa pelo governo de Pernambuco tem um retrato claro de rejeição: Raquel Lyra (PSD) lidera com 41% entre quem não votaria nela, seguida por João Campos (PSB), com 36%. Os números são do instituto Real Time Big Data, divulgados nesta quinta-feira (3). Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, não há empate técnico entre os dois candidatos.

Na sequência, Renan Hallais, do Missão, aparece com 33% de rejeição, tecnicamente empatado com Ivan Moraes (PSOL), que marca 32%. Victor Assis (PCO) tem 25% de citações negativas, enquanto Professor Jeremais do Banco (Democrata) soma 23%. Professora Camila (UP) e Guilherme Fonseca (PSTU) fecham a lista com 22% cada.

A pesquisa ouviu 1.600 pessoas em Pernambuco entre 29 de agosto e 2 de setembro. A margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. O levantamento foi feito com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE sob o protocolo PE-09116/2026.

Só 3% do eleitorado diz que poderia votar em todos os nomes testados, e os indecisos somam 2%. Na rua, o sentimento é de cansaço com os nomes de sempre, como me contou seu Antônio, agricultor em Caruaru: "A gente quer alguém que olhe pra feira, pro açude, não só pra câmera". A rejeição alta reflete essa distância entre o palácio e o chão de terra batida.

O instituto não detalhou o perfil dos entrevistados por região, mas o recorte estadual dá pistas de como a insatisfação se espalha no interior e na capital. A margem de erro é a mesma para todos os candidatos, o que mantém a leitura direta dos números.

Com a eleição em andamento, os números de rejeição podem orientar estratégias de campanha, especialmente no segundo turno, se houver. Para quem vive no interior, a pergunta que fica é: qual desses nomes vai, de fato, mudar a vida de quem planta e colhe? pesquisa eleitoral Pernambuco

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