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Quadrilha que roubava remédios para câncer comprava empresas para enganar licitações, diz polícia

ResumoA Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga uma quadrilha que roubava cargas de medicamentos oncológicos e imunossupressores com apoio do Terceiro Comando Puro (TCP). O grupo criminoso comprava empresas antigas para vencer licitações públicas e fraudar o sistema de aquisição de remédios.

A Polícia Civil do RJ investiga uma quadrilha que roubava cargas de medicamentos oncológicos e imunossupressores com apoio do Terceiro Comando Puro (TCP). O grupo comprava empresas antigas para vencer licitações públicas.

Cláudia Resende
Cláudia Resende Repórter de Saúde e Educação · 22 de julho de 2026 · 2 min de leitura
Quadrilha que roubava remédios para câncer comprava empresas para enganar licitações, diz polícia

A Polícia Civil do RJ investiga uma quadrilha que roubava cargas de medicamentos oncológicos e imunossupressores com apoio do Terceiro Comando Puro (TCP). O grupo comprava empresas antigas e já sem atividade para vencer licitações públicas, segundo a corporação.

A quadrilha que roubava remédios para câncer comprava empresas para enganar governos em licitações, diz polícia. O esquema movimentou R$ 33 milhões em apenas um ano e utilizava uma rede de ao menos 25 firmas para recolocar o material roubado no mercado.

Como funcionava o esquema de licitações

De acordo com o delegado Luiz Eduardo Moura, da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Capital (DRFC-Cap), a estratégia era adquirir companhias abertas havia muitos anos, colocar "laranjas" como responsáveis e usar o histórico dessas empresas para forjar credibilidade ao poder público.

A modalidade das licitações era a tomada de preços, em que os valores são comparados e o menor é escolhido. "As investigações apontam uma licitação que uma dessas empresas participou e saiu vencedora", afirmou Moura.

Apoio do Terceiro Comando Puro

A quadrilha que roubava remédios para câncer com apoio do TCP comprava empresas para enganar governos em licitações. A facção criminosa dava suporte logístico e operacional ao grupo, segundo a polícia.

Movimentação financeira e rede de empresas

O grupo movimentou R$ 33 milhões em apenas um ano e utilizava uma rede de ao menos 25 firmas para recolocar o material roubado no mercado como funcionam licitações públicas. A investigação busca identificar todos os envolvidos e o destino dos medicamentos.

Perguntas Frequentes

O que a quadrilha roubava?

A quadrilha roubava cargas de medicamentos oncológicos e imunossupressores, usados no tratamento de câncer e transplantes.

Como a quadrilha conseguia vencer licitações?

Compravam empresas antigas e já sem atividade, colocavam "laranjas" como responsáveis e usavam o histórico dessas firmas para forjar credibilidade.

Quanto a quadrilha movimentou?

O grupo movimentou R$ 33 milhões em apenas um ano, segundo a Polícia Civil do RJ.

Qual o papel do TCP no esquema?

O Terceiro Comando Puro (TCP) dava apoio logístico e operacional à quadrilha, facilitando os roubos e a distribuição dos medicamentos.

Quem investiga o caso?

A investigação é conduzida pela Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Capital (DRFC-Cap), da Polícia Civil do RJ.

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