Quadrilha que roubava remédios para câncer comprava empresas para enganar licitações, diz polícia
A Polícia Civil do RJ investiga uma quadrilha que roubava cargas de medicamentos oncológicos e imunossupressores com apoio do Terceiro Comando Puro (TCP). O grupo comprava empresas antigas para vencer licitações públicas.
A Polícia Civil do RJ investiga uma quadrilha que roubava cargas de medicamentos oncológicos e imunossupressores com apoio do Terceiro Comando Puro (TCP). O grupo comprava empresas antigas e já sem atividade para vencer licitações públicas, segundo a corporação.
A quadrilha que roubava remédios para câncer comprava empresas para enganar governos em licitações, diz polícia. O esquema movimentou R$ 33 milhões em apenas um ano e utilizava uma rede de ao menos 25 firmas para recolocar o material roubado no mercado.
Como funcionava o esquema de licitações
De acordo com o delegado Luiz Eduardo Moura, da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Capital (DRFC-Cap), a estratégia era adquirir companhias abertas havia muitos anos, colocar "laranjas" como responsáveis e usar o histórico dessas empresas para forjar credibilidade ao poder público.
A modalidade das licitações era a tomada de preços, em que os valores são comparados e o menor é escolhido. "As investigações apontam uma licitação que uma dessas empresas participou e saiu vencedora", afirmou Moura.
Apoio do Terceiro Comando Puro
A quadrilha que roubava remédios para câncer com apoio do TCP comprava empresas para enganar governos em licitações. A facção criminosa dava suporte logístico e operacional ao grupo, segundo a polícia.
Movimentação financeira e rede de empresas
O grupo movimentou R$ 33 milhões em apenas um ano e utilizava uma rede de ao menos 25 firmas para recolocar o material roubado no mercado como funcionam licitações públicas. A investigação busca identificar todos os envolvidos e o destino dos medicamentos.
Perguntas Frequentes
O que a quadrilha roubava?
A quadrilha roubava cargas de medicamentos oncológicos e imunossupressores, usados no tratamento de câncer e transplantes.
Como a quadrilha conseguia vencer licitações?
Compravam empresas antigas e já sem atividade, colocavam "laranjas" como responsáveis e usavam o histórico dessas firmas para forjar credibilidade.
Quanto a quadrilha movimentou?
O grupo movimentou R$ 33 milhões em apenas um ano, segundo a Polícia Civil do RJ.
Qual o papel do TCP no esquema?
O Terceiro Comando Puro (TCP) dava apoio logístico e operacional à quadrilha, facilitando os roubos e a distribuição dos medicamentos.
Quem investiga o caso?
A investigação é conduzida pela Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Capital (DRFC-Cap), da Polícia Civil do RJ.